TRABALHADORES DE LUZ - A caminho da evolução

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domingo, 27 de março de 2011

Do namoro à união tântrica


Não há nada mais delicioso que a aventura do encontro de duas almas que se amam. A emoção que invade o coração do homem e da mulher enamorados é de importância vital para o êxito do relacionamento tântrico alquímico.
Os homens que influiram nos destinos da humanidade, que desenvolveram grande sensibilidade e que chegaram a alcançar grandes triunfos, sempre tiveram, em suas vidas íntimas, musas inspiradoras que os estimulavam a criar uma metafísica erótico-espiritual refinada, que incluia encontros secretos, doces poesias, anelos transcedentais, juramentos, olhares furtivos, a ânsia de união das almas e muito mais…


Esses componentes altamente estimuladores que conduzem o ato sexual ao êxtase, convertendo-se numa grande celebração da alma e do corpo, estão comprometidos, em plena extinção, talvez pelo ritmo alucinante da vida moderna, ou simplesmente pelo processo decadente da humanidade.


É realmente irônico e paradoxal que justo agora que se vive um clima de liberdade sexual sem precedentes na história da humanidade, o sexo de uma forma geral está sendo absurdamente mecanizado e desfigurado com relação à sua origem sagrada.


Viver momentos de êxtase prolongado com descontração paradisíaca, viver momentos de paz nos braços da mulher amada ou é coisa do passado ou no mínimo ocorre de maneira fugaz, sem profundidade, sem magia, excessivamente fácil. Os beijos e carinhos se banalizaram tanto que quase já não produzem assombro.


Sem dúvida, a mídia e outros meios de comunicação modernos, têm contribuído muito para a robotização do amor. Parece que há uma constante busca de modelos humanos perfeitos. Homens que se apresentam sempre fortes, simpáticos, sorridentes, musculosos, vencedores, altamente sedutores, infalíveis, super-homens que deixam as mulheres fascinadas, mergulhadas nas mais absurdas fantasias eróticas e românticas. Elas sonham em ter um homem desses, mas na verdade, só existe nas telas de TV e nos cérebros dos seus inventores.


O mito de perfeição com relação à mulher é maior ainda. Não há comercial nem programa de TV de sucesso sem a presença de uma musa perfeita, sensual, provocante, bonita, que promete delírios e projeta tremendas fantasias nas mentes masculinas. Essas fantasias significam enormes gastos de energia intelectual, emocional e sexual que efetivamente reduzem as possibilidades de êxito no relacionamento amoroso.


Os chamados símbolos sexuais são responsáveis pelas grandes desilusões do homem e da mulher. Eles diminuem a capacidade de transcendência na união. Escravizam os sentidos com relação ao mundo das formas, que está em constante metamorfose, fazendo da beleza física algo efêmero e passageiro. Essa excessiva identificação com o mundo das formas dificulta a percepção da beleza da alma, que sendo imortal deveria ser o elo principal da união amorosa.


Uma das chaves mais simples para se compreender os dramas conjugais se encontra no fato de que os egos se odeiam enquanto as almas se adoram.


Nos relacionamentos modernos é praticamente impossível fazer prevalecer a alma. Quem impera, aliena e escraviza é sempre o ego.

Quantos casais se unem levados pela chama ardente do amor que nasce do fundo da alma, se adoram e acreditam que nada nem ninguém poderá separá-los ? Quando menos esperam são traídos pelo inimigo secreto, o ego, essa legião de agregados psicológicos que destrói a beleza do amor puro e inocente. Essa é a consequência da saída do Éden espiritual, terrível sequela deixada da nossa inconsciência, resultado de termos abandonado no passado a sabedoria dos Deuses.

O tantrismo branco, o Kriya Shakty, é o alicerce, o fundamento básico da sabedoria milenar dos Deuses. Para o êxito no amor tântrico, necessita-se de elevada sensibilidade física e psíquica, de capacidade de entraga total, muita renúncia, ausência de tensões e máscaras psicológicas que inibem e reduzem o prazer e impossibilitam a vivência do êxtase.


Por motivos já antes considerados, homens e mulheres recebem continuamente através dos meios massivos de comunicação centenas de impressões que provocam uma ansiedade que gera incerteza no êxito da relação sexual, uma insegurança fatal que reduz a sensibilidade e o desempenho sexual.


A prática da magia sexual branca é frutífera quando há muita confiança e intimidade entre os amantes. Também é preciso muita amizade, respeito mútuo, admiração, entusiasmo e carinho pelo parceiro. O encontro das almas será tanto mais profundo e duradouro quanto menor for a ingerência do ego.


O clima propício para a magia, que é física e de almas, se consegue com muito diálogo, uma convivência parcimoniosa sem exageros, e um saudável namoro.


Não há normas a seguir e deve-se evitar os programas pré-estabelecidos pela mente que nos torna frios calculistas, verdadeiros autômatos. O grande comandante deverá ser sempre o velho coração, essa voz silenciosa que encontra a medida certa, o momento adequado e cria as circunstâncias apropriadas para a celebração desta grande festa do amor.


Para se criar um elo de ligação entre os primeiros encontros, o namoro e a união física completa, em vários textos tântricos tradicionais se recomenda ao casal a prática do método Diana.


O termo Diana, origina-se do nome da deusa grega da castidade e trata-se de um método de adaptação através do qual o casal aumenta consideravelmente o seu magnetismo e ao mesmo tempo cria uma intimidade especial, superando-se aquele estresse acompanhado de temores e angústias tão comum nos primeiros relacionamentos físicos, nas primeiras uniões sexuais.


Um dos maiores obstáculos para o casal alcançar a plenitude amorosa e o êxtase sexual é, sem dúvida, a expectativa criada no período que antecede a cópula física.


As fantasias sexuais, as incertezas com relação à consumação do ato dentro dos padrões desejados, a possibilidade de não agradar seu parceiro, etc, normalmente consomem uma considerável quantidade de energias.

Na prática do método Diana, os parceiros usufruem de contatos corporais íntimos, repletos de carícias e estímulos eróticos, sem a conexão dos órgãos sexuais e evidentemente sem a perda das energias, mas sim transmutando-as intensamente. De comum acordo, os parceiros, ao praticarem o método Diana, estarão aliviando consideravelmente a carga emocional do primeiro ato fazendo desaparecer a preocupação pelo desempenho.


O elemento surpresa vai diminuindo pouco a pouco. O homem vai paulatinamente descobrindo o corpo da sua companheira e vice-versa. Isso permite que o início da prática tântrica propriamente dita se realize sem traumas, de uma forma natural e espontânea.


O método Diana vitaliza o organismo, aviva o fogo criador e o fogo da mente. O corpo irradia magnetismo por todos os poros. Esse magnetismo preservado pela ausência do orgasmo fisiológico se multiplica e reorganiza todas as células do organismo.



É evidente que esse método deve ser usado temporariamente, como um processo preventivo de adaptação, até que o casal sinta segurança e serenidade para a conexão sexual.


Quando houver um excesso de excitação da libido sexual, recomenda-se a realização de exercícios respiratórios especiais com a finalidade de acelerar o processo de transmutação das energias.

 Cláudio Carone, Tantra – Arte e Refinamento do Amor, à venda na loja virtual Esotera. Para saber mais, clique aqui
Fonte: http://www.gnosisonline.org/tantrismo/do-namoro-a-uniao-tantrica/

sábado, 26 de março de 2011

Cannabis: o poder erótico e espiritual da Erva


A deusa egípcia Seshat representada com uma folha de marijüana sobre a cabeça. Seshat foi uma divindade protetora das bibliotecas, do conhecimento e da geomancia entre outras coisas.
DIR.: Bast, a Artemis grega, deusa da sabedoria. Entre os egípcios, zoomorfa meio-gato, meio-mulher, acreditava-se que dominava variados aspectos da vida civilizada: do Sol Nacente, como filha de Rá; e também deusa da iluminação [intelectual], do lar, do sexo, da fertilidade e do parto, dos prazeres físicos e, curiosamente, deusa das lésbicas que, no país do faraó, eram associadas à verdade, honestidade.

In CANNABIS PR-NTR-KTM

As origens do uso erótico/sexual da marijüana remonta ao surgimento dos ritos de fertilidade associados às primeiras práticas da agricultura - em uma época em que a ligação do homem com a terra, com os campos, era compreendida como uma relação religiosa. Entre comunidades primitivas de caçadores, os shamans usaram a magia "imitativa" ou magia simpática [de reprodução, representação da realidade] para obter sucesso na expedições de caça. Vestiam peles de animais, envergavam cabeças de grandes mamíferos em suas danças mágicas. Quando as comunidades fizeram sua transição da economia de caça-coleta para a economia agrária, a mesma lógica foi aplicada aos campos cultivados. Os ciclos das colheitas eram acompanhados de simbolismos e festas rituais.

Para estimular o bom desenvolvimento dos campos, os primeiros agricultores acreditavam na necessidade de renovar, periodicamente, o "matrimônio" entre a divindade da Terra e a divindade dos Céus. [Como na mitologia grega, Urano, o Céu, fecunda a Terra, Gaia]. O tema principal desses rituais, portanto, era o sexo, posto que era/é meio de fecundação. Orgias coletivas eram praticadas nos campos; orgias que, mais tarde, foram ritualizadas em cerimônias fechadas entre o rei e sua consorte ou entre sacerdotes e sacerdotisas.

A cannabis é considerada uma das culturas mais antigas da humanidade e a planta tem poderosas qualidades afrodisíacas. As práticas orgiásticas começaram precocemente justamente entre aquelas comunidades pioneiras no cultivo e uso da planta e uma das primeiras práticas religiosas da humanidade foi o coito ritual praticado nos campos.

Experiência Religiosa

O pesquisador da marijüana, Sula Benetowa, diz que a origem deste antigo culto, da cannabis, pode ser encontrada no Oriente Médio. No artigo Tracing Onde World Through Different Languages, ele escreve: "Tendo em conta o elemento matriarcal da cultura semita é possível afirmar que a Ásia Menor foi o centro de onde se propagou ambos os caracteres socioculturais: o matriarcalismo e o uso massivo do hashish [essência oleaginosa da maconha].

Um desses "elementos matriarcais" refere-se ao culto da deusa semita Asherah [em algumas tradições, dita consorte de Jehová], para quem era queimada a cannabis como incenso sagrado. Os corpos também eram "ungidos" com um o óleo da cannabis, o Santo Óleo, semelhante ao usado por Moisés e outros profetas e reis judeus da Antiguidade. [ver CC#5, Kaneh Bosm: the hidden story of cannabis in the old testament].


Objetos relacionados ao uso de cannabis foram encontrados em tumbas congeladas dos antigos Citas [Scythians] nas montanhas Altai, na fronteira entre a Rússia e a Mongólia. No sítio arqueológico também foram achadas sementes e restos dos "frutos" [berlotas] da planta. O Citas usavam a maconha reunindo-se em cabanas onde a erva era queimada e todos aspiravam seus vapores "mágicos" - um "efeito sauna". Essa prática de "repirar cannabis" foi mencionada por Herótodo e data de 500 a.C.. In Hallucinogenic Plants
EROWID.ORG

William Cole, em Sex and Love in The Bible, fala do culto a Asherah, enquanto cônjuge ou "aspecto feminino" do "deus" israelita Jehovah: "Era foi uma divindade da Natureza, simbolizando sexualidade e fertilidade. Em muitas passagens do Antigo Testamento existem referências a Asherah, representada [o] como um pilar de madeira, um objeto de devoção. Claramente, é um símbolo fálico, ocupando lugar similar ao Lingam hindu.

Cole também explica que muitos deuses e deusas antigos aparecem em pares de macho/fêmea, [uma referência aos Hermafroditas de Raças Antigas]. Tais deuses também são retratados criando o mundo/Universo através de uma cópula [ato sexual].

"Os devotos destas divindades, aparentemente acreditavam no dever religioso da magia imitativa na qual, homem e mulher copulavam no solo, misturando suas "sementes" e seus desejos com a terra que, assim, tornar-se-ia ou continuaria fértil, pela partilha do ato sexual praticado pelos humanos. As orgias envolviam o uso de psicotrópicos, substâncias alucinógenas ou relaxantes/excitantes além de atividade sexual intensa e heterodoxa como importante fator de eficiência "mágica".

Canção Erótica de Salomão

Uma passagem clássica de "erotismo bíblico", o Cântico dos Cânticos, atribuído ao rei Salomão, atualmente é amplamente aceita como um texto litúrgico-amoroso integrante dos culto ao deus/deusa da fertilidade na região do Oriente Médio. É fato histórico conhecido que o rei israelita Salomão foi iniciado em cultos estrangeiros diversos em virtude do íntimo contato com a cultura de suas numerosas esposas, provenientes de diferentes nações, como o culto a Astarte e a queima ritual do incenso de cannabis [1 Reis 11:3-5].

Não é surpresa, portanto, encontrar umas tantas referências bíblicas diretas à cannabis nos Cânticos de Salomão:

"O quanto é intenso o seu amor, minha irmã, minha noiva! Mais delicioso que o vinho é o teu amor e a fragrância de seu óleo [ungënto], mais deliciosa é que o aroma das especiarias. Seu corpo é um pomar de frutos abundantes, de romãs, de henna e nardos, nardos e açafrões, cannabis [Kaneh Bosm] e canela e todas as árvores de incenso" ... [Cântico dos Cânticos 4:8-14]. Outra passagem demonstra explicitamente a a simbologia sexual dentro da liturgia [cerimônia religiosa]:

Meu amor tocou-me a caverna

e meu ser fervia por ele
Eu me ergui e me abri para o meu amor
a minhas mãos gotejavam a mirra
A mirra escorrendo entre os dedos
sobre as mãos...
E eu abri minhas cadeias para o meu amor
Cântico dos Cânticos 5:4-6

Astarte foi adorada como filha e contraparte [aspecto] de Asherah e, tal como sua "mãe", seu culto era associado às práticas sexuais e ao uso da cannabis. Tanto o Cântico dos Cânticos quanto o Hino a Ishtar [outra divindade mesopotâmica] são narrativas de união conjugal. Cerimônias muito parecidas, que incluem o culto ao sexo e uso ritual da cannabis, são encontradas na Índia [ainda nos dias atuais].

O Festival das Carruagens, que data de época pré-Védica, ainda é realizado pelo culto Jagahath, em Puri. Nesta antiga festividade, carruagens com decoração elaborada, representando o "mundo em ação", saem em cortejo levando a figura velada do "Senhor do Universo" e sua noiva. Acredita-se que uma das figuras veladas é um lingam [pênis] gigante.

Durante o Festival de Jagganath, as "prostitutas do templo" desempenham o papel de "esposas do rei-deus" e mantêm relações sexuais com o "rei" ou sacerdotes a fim de obter abundantes chuvas de estação. O uso da cannabis faz parte dos rituais. O pesquisador do psicodelismo, Jonathan Ott, em seu livro Pharmacotheon, conta que os ingleses suprimiram, proibindo, esse ritual em toda a Índia e a atuação das devadasis, as prostitutas sagradas. A tradição desapareceu lentamente exceto em Puri.


Shiva & Kali


O uso da marijüana é parte do culto Tântrico Hindu de Shiva e Kali, duas das mais antigas divindades do mundo. O uso erótico ritual da cannabis também está inserido em no contexto da obtenção de fertilidade. A forte associação de Shiva com a cannabis está claramente demonstrada na antiga mitologia que envolve a planta bem como as minuciosos procedimentos dos devotos em relação aos campos sagrados.

Praticantes de tantra, seguidores de Shiva e Kali ainda usam marijüana como estimulante do sistema nervoso central capaz de ativar a energia chamada de kundalini, intimamente conectada com a energia sexual. É um costume milenar. Em The Woman's Encyclopedia of Myths and Secrets, a pesquisadora Barbara Walker explica:

Os principais fundamentos das práticas tântricas podem ser encontrados em tempos pré-históricos. Basicamente, é uma teosofia [pensamento religioso] que inclui o culto à Deusa-Mãe, às forças sexuais, à fertilidade, aos fenômenos naturais, tal como nos cultos animistas. Muitos dos símbolos usados no tantrismo contemporâneo, como os órgãos sexuais feminino e masculino, são semelhantes àqueles encontrados em cavernas paleolíticas, datando de 20 mil anos, em lugares tão diferentes quanto Europa Ocidental e China.

Sexo, Maconha & Energia


Os cultos à fertilidade, repletos de práticas sexuais, evoluíram ao longo das Eras e desenvolveram-se entre os estudiosos Gnósticos e os praticantes de Tantra. Tornou-se um "casamento sagrado" que acontece no plano mental dos praticantes. O ritual não se dedica mais à fecundidade da terra ou dos homens; antes, pretende proporcionar o encontro do indivíduo consigo mesmo e sua identificação com o Universo.

Ritos que usam o sexo e a cannabis buscam o despertar da kundalini e sua ascensão, ou seja, a ativação da energia sexual de modo tal que ela possa percorrer a coluna, alcançar a glândula pineal e atuar no cérebro como força criadora e re-generadora; e não mais e somente como força de geração física.

A glândula pineal é considerada a sede da alma, do espírito. É um órgão misterioso de funções praticamente desconhecidas mas para os praticantes do esoterismo, o uso da cannabis combinados com outras práticas, como relaxamento e meditação, produz uma ativação incomum da energia sexual. Nas palavras do místico Aleister Crowley, extremamente experiente quando o assunto é droga e sexo: "Quando você entende que Deus é meramente um nome para o instinto sexual não me parece tão difícil admitir que Deus está no sexo".


FONTE


Marijüana: the ultimate sex drug
CANNABIS CULTURE publicado em novembro
1999
por Chris Bennett
tradução & adaptação: Ligia Cabús

http://pistasdocaminho.blogspot.com/2010/08/cannabis-o-poder-erotico-e-espiritual.html
http://jahmusic.vilabol.uol.com.br/rascultura/sexcannabis.htm

RESGATANDO O PODER FEMININO - ISIS

 Mensagem da Deusa Ísis


canalização de Elisangelis em 24.02.11

Amadas Filhas do Sol!


Eu sou a Deusa Ísis, que a luz de Aton Rá esteja com todos vocês.


Há muito quero dizer o quanto devem resgatar o poder que foi, durante os últimos milênios, sufocado pelo desequilíbrio que se estabeleceu entre as energias do masculino e do feminino.


As minhas deusas, discípulas do amor e da verdade, deverão agora manifestar seu poder diante dos limites que lhes foram impostos pela ignorância humana.


É importante que o conceito do belo seja revisto urgente, eis que toda a criação Divina contém esse adjetivo em seus aspectos físicos e espirituais, cabendo apenas a cada um encontrar o seu equilíbrio e manifestar sua essência Divina.


O encontro que farão consigo, trará a paz que precisam para visualizarem as qualidades que todas trazem em si.


Não devem utilizar paradigmas ou parâmetros externos, encontrem seus referenciais, e sugiro que comecem com a gratidão, pois o simples fato de contar com órgãos físicos perfeitos e saudáveis, por si só, é suficiente para que estejam diante da mais maravilhosa obra de Deus – O Corpo.


Não traremos o culto ao corpo pelo corpo, ao contrário, estamos relembrando as lições que demonstram que O Corpo, a máquina feita pelos Deuses, pode auxiliá-las a redescobrirem a beleza eterna que vive dentro de todas vocês!


A importância disto está exatamente no fato de que se conhecendo a Deusa que são, poderão sim superar os milênios de subjugação que a opressão masculina causou em todos os seres que se encontram no corpo feminino.


Tudo é muito simples e complexo.

Manifestam-se almas femininas em corpos masculinos, não estamos alheios à realidade, no entanto, falamos de arquétipos, e por essa razão refiro-me às mulheres como um todo.


O equilíbrio minhas amadas discípulas, está em enxergarem a riqueza das qualidades que trazem consigo, pois são capazes de levantarem ou mesmo derrubarem uma nação, se fizerem o uso correto do seu Poder.


O momento e os ventos estão favoráveis para que relembrem as lições que receberam no Templo das Vestais de Ísis, minhas queridas discípulas, reencontrem as lições que lhes passamos.

O uso exarcebado da sensualidade como meio de obtenção de algum tipo de vantagem, sabem, minhas amadas discípulas, que está em nossos ensinamentos a condenação dessa atitude, porquanto apenas reforçam as teorias e práticas opressoras da feminilidade.


Resgatar o Poder do Feminino é acima de tudo, resgatar a dignidade que toda alma feminina deve manifestar em sua plenitude na Terra.


O papel atribuído pelo Pai aos seres de energia Yin está inevitavelmente ligado à manifestação do amor e da paz, cujo quadro desequilibrado que encontramos na Terra nesse momento, muito se deve a perda da consciência do papel de cada ser feminino.


Portanto, minhas queridas, meditem no papel do Feminino na Criação Divina, e assumam vosso poder de concretizarem a paz, o amor e o equilíbrio em todas as Nações do Planeta.



Nada do que façam no presente está errado, apenas perderam o conceito do papel que exercem perante os demais seres, a reprodução é inerente à qualidade feminina, mas vós possuístes muito mais dons do que imaginam, e isso não está condicionado aos modismos que a massa crítica masculina possa impor à sociedade.


Sobreleve-se diante dos conceitos e preconceitos que as desvalorizaram durante milênios, impedindo que manifestem suas potencialidades, pois já é hora de que os homens deixem, a quem de fato, o papel de trazer a Paz a todo o Planeta.


Assim, afirmo, resgatem a consciência do seu papel e exerçam vosso poder, pois muito trabalho está nas mãos dos seres femininos que assumiram a responsabilidade de restabelecerem o equilíbrio em todos os aspectos no plano terrestre.


Enquanto houver uma alma feminina que ainda não tenha identificado o seu papel e poder na sociedade, eu a Deusa Ísis e minhas discípulas estaremos convosco, pois sempre que forem subjugadas, sempre que forem caladas pela massa masculina, por qualquer incidente histórico, a violência, as guerras e mesmo a devastação predominarão, e isso, basta olharem para o passado.

As ações sugeridas são:



Resgatar:
Conscientizar:
Conhecer:
Agir:
Conciliar:
Amar:
Pacificar.


Avantes amadas discípulas do Amor Divino, o solo é fértil, floresçam e cresçam!




Aton - Rá



Eu sou a Deusa Ísis







Fonte: http://vozdaeradeouro.blogspot.com/