TRABALHADORES DE LUZ - A caminho da evolução

TRABALHADORES DE LUZ - A caminho da evolução

sexta-feira, 3 de maio de 2013

A mulher, a garganta, o clitóris e o despertar da Kundalini


A mulher tem os mesmos direitos que o homem. A mulher também chega a ser Adepta da Fraternidade Branca. Joana D’Arc é uma Mestra de Mistérios Maiores da Fraternidade Branca. H. P. Blavatsky, autora de A Doutrina Secreta, chegou ao Adeptado e é uma Mestra de Mistérios Maiores da Fraternidade Branca. Em quase todos os Templos de Mistérios encontramos muitas Damas-Adeptas trabalhando pela humanidade.
A mulher desperta sua serpente sagrada da mesma forma que o varão. A mulher que quiser despertar sua Kundalini tem de praticar a magia sexual com seu esposo.
As mulheres solteiras transmutarão por intermédio da mente, como já ensinamos em páginas precedentes. A alquimia sexual é a base fundamental da sabedoria do fogo.
O amor é o templo, e a matriz é o matraz do laboratório sexual. Nesse matraz da alquimia sexual combinam-se o Sal, o Enxofre e o Mercúrio para elaborarem, mediante um processo de combustões eróticas, a Pedra Filosofal do alquimista.
No matraz sexual do nosso laboratório orgânico as explosões de fogo passional combinam certos arcanos etéricos, astrais, mentais, volitivos, conscientivos e divinos para preparar com o fogo ardente da sede erótica certos elementos ígneos, cujos princípios substanciais pertencem ao Íntimo.
A mulher, em estado de excitação sexual, acumula enorme quantidade de fogo elemental da natureza, que, ao se combinar com o magnetismo erótico do varão, gera certos poderes cósmicos, cujas terríveis explosões abrem as câmaras espinhais… A ebulição dos fogos passionais do homem e da mulher, em mútua combinação erótica, forma verdadeiras tempestades ardentes que perturbam a atmosfera e enlouquecem os tenebrosos que formam a escolta de cada câmara.
Essas entidades submersas assaltam o intrépido, defendendo fogos, cujos princípios sintéticos e transcendentais estão encerrados nas 33 câmaras internas da nossa coluna espinhal. Os tenebrosos defendem seus direitos e nos classificam de ladrões de poderes.
Este é o Mistério do Bafometo. A rosa elabora seu perfume do barro da terra e o verme rasteiro não gosta do jardineiro que o arranca do seu barro. Agora nossos discípulos compreenderão em que se baseiam os tenebrosos para qualificar de ladrões os alquimistas sexuais.
Cada câmara está fortemente defendida por legiões de tenebrosos. Há que se vencer os tenebrosos com o fio da espada para se tomar cada câmara de assalto. Agora os devotos do sendeiro entenderão por que o Cristo disse que o céu se toma por assalto.
Esses 12 Sais Zodiacais fervem ardentemente em nossas glândulas endócrinas durante os transes de alquimia sexual. Esses 12 Sais encerram os princípios seminais das 12 Constelações Zodiacais, cujos poderes ardentes atuam sobre os minúsculos laboratórios das glândulas endócrinas, ativando-se em particular a produção de hormônios do nosso sistema nervoso líquido.
A superexcitação de nossas glândulas endócrinas é acompanhada de gigantescas combinações ígneas dentro de nossos chacras e essências de nossos veículos internos.
A mulher excitada sexualmente tem o poder de transplantar os princípios sintéticos de seus 12 Sais à laringe do varão. Assim é como esse órgão adquire princípios hermafroditas que, mais tarde, dão ao Íntimo o poder de criar através da palavra.
A combinação de princípios ígneos entre homem e mulher está também intimamente relacionada com uma série de intercâmbios salinos que preparam a laringe feminina como órgão criador angélico.
O fogo ardente da superexcitação sexual dá origem a enormes e gigantescas combinações de princípios, cujo resultado sintético vem a ser a abertura das câmaras espinhais. Quanto mais forte for a contenção do ato, quanto mais violenta seja sua luta, mais potentes subirão os vapores seminais e mais terrível será à força de ascensão da Kundalini.
A chave do domínio sexual reside na mente. Domina-se a mente através da vontade.
Ao se refrear a violência passional, devemos açoitar a mente com o terrível látego da vontade, porque a guarida da mente do desejo está na mente. Falemos à mente assim: Mente, retira imediatamente esta excitação sexual. Esta fórmula permite-nos retirar a intensa paixão no momento preciso de se refrear o ato.
A união com o Íntimo torna-se possível somente com a alquimia sexual. Se pegarmos o corpo mental de qualquer estudante pseudoespiritualista teorizante e examinarmos detidamente, verificamos que é uma verdadeira biblioteca ambulante. Se em seguida examinarmos detidamente seu chacra Muládhara – a Igreja do cóccix –, verificaremos que a Kundalini está completamente encerrada ali… sem dar mostras do mais ligeiro despertar. Se examinarmos o canal Sushumna desse estudante, não acharemos ali nem rastros do fogo sagrado. As 33 câmaras dele estão completamente cheias de trevas. Esse exame interno levar-nos-ia à conclusão de que dito estudante está perdendo lamentavelmente seu tempo.
O fogo sagrado desperta quando os átomos lunares e solares do nosso sistema seminal fazem contato no osso do cóccix. Porém, se malgastamos nossos átomos solares com a ejaculação seminal, não há átomos solares suficientes para o contato que despertará o fogo. O estudante poderá ter o corpo mental convertido em verdadeira biblioteca, as 33 câmaras da sua coluna espinhal continuarão totalmente apagadas e nas mais profundas trevas. Conclusão: esse estudante é um habitante das trevas, do Abismo…
Impossível acender o fogo da Kundalini unicamente com átomos lunares do líquido encefalorraquidiano. Indispensável que os átomos solares do sistema seminal façam contato com os átomos lunares do líquido encefalorraquidiano para despertar o fogo sagrado.
Se gastarmos os átomos solares não teremos capital para fazer uma combinação atômica que permita o despertar da Kundalini através da alquimia sexual. A Kundalini é de natureza absolutamente sexual e só se a desperta através da alquimia sexual!
Se examinarmos detidamente a constituição interna de um místico, encontraremos um corpo da consciência, búdico, muito bonito e os éteres lumínico e refletor do seu corpo etérico muito luminosos. Como o místico comum e normal ejacula seu líquido seminal, quando se investiga seu chacra Muládhara, verificamos que a Kundalini mantém-se enroscada ali, sem dar mostras de querer despertar.
As 33 câmaras da medula espinhal do místico do nosso exemplo estarão repletas de trevas porque ali o fogo jamais passou. As boas obras, as obras filantrópicas, embelezarão seus éteres lumínico e refletor. A cultura livresca dará à sua mente rica erudição, porém, sua Kundalini não despertará porque ele não penetrou nos mistérios do fogo. Ainda que seja um homem bom e virtuoso, não passará de uma sombra boa, bondosa, por entre o frio e as trevas do Abismo.
Alguns sustentam que a Kundalini pode ser despertada através do ioga. Não negamos essa afirmação. Mas sustentamos que o autêntico iogue é totalmente casto. Se não fosse assim, os iogues não teriam capital atômico para despertar sua Kundalini. Vivekananda declarou em suas conferências de Raja Ioga que o iogue deve ser totalmente casto para converter sua força sexual em ojas (energia crística). Assim é como os iogues conseguem o despertar da Kundalini e a união com o Íntimo.
A alquimia sexual dos iogues está relacionada com os exercícios respiratórios e com certas práticas de meditação interna que jamais foram publicadas em nenhum livro impresso. Se um iogue fornicasse, não teria capital atômico suficiente para acender seus fogos espinhais; então, esse iogue perderia lamentavelmente seu tempo. As práticas de ioga são unicamente para aqueles que pertencem ao Raio Oriental.
Nós, gnósticos, temos a mulher como sacerdotisa da Bendita Deusa Mãe do Mundo. Há alguns que querem chegar à união com o Íntimo sem levar a Kundalini em consideração para nada. Esses estudantes estão completamente desencaminhados porque a união com o Íntimo só é possível através do fogo. Por isso, pôs-se sobre a cruz do Mártir do Calvário a palavra INRI (IGNIS NATURA RENOVATUR INTEGRAM: o fogo renova incessantemente a natureza).
És gnóstico? És místico? És iogue? Lembra-te, bom discípulo, que só podes entrar no Éden pela porta por onde saíste. Esta porta é o sexo!
Dizem que há muitos caminhos. Nós, Mestres de Mistérios Maiores da Grande Loja Branca, afirmamos: só há uma porta para se entrar no Éden. Esta porta é o sexo!
Aqueles que não obedecem à ordem do Senhor Jeová, aqueles que seguem comendo a fruta proibida, são discípulos da doutrina de Baal. Para eles, como diz a Bíblia, será o lago ardente de fogo e enxofre que é a segunda morte.
O gnóstico deve amar intensamente a sua sacerdotisa. A mulher deve viver sempre cheia de harmonia e deve cultivar o sentido artístico. Conforme o fogo sagrado vai subindo pela medula espinhal da mulher, vai penetrando nos diversos salões do fogo e ela vai se cristificando.
A mulher deve refrear o ato sexual e retirar-se do varão antes do espasmo para evitar a perda seminal. Eis como a Kundalini desperta na mulher, da mesma maneira que no homem.
O magnetismo masculino, ao misturar-se com o magnetismo feminino, começa a despertar os fogos sagrados da mulher. A mulher deve cultivar a beleza, a música e o amor.
Despertemos em nós a culta majestade de nossa beleza interior. Permita-se que afirmemos a majestade de nosso saber. Sou uma árvore solitária. Sou a árvore da vida.

Intercâmbio Magnético

Na cópula química, no coito metafísico, durante o Sahaja Maithuna, experimenta-se a máxima sensação erótica aos cinco minutos. Flamas dinâmicas, magnéticas, como ondeante mar de gás vermelho purpúreo, terrivelmente divino, rodeiam o casal durante o transe sexual. Tremendo instante é esse em que as correntes masculinas intentam unir-se com as femininas.
Com a pausa magnética criadora, estabelecem-se ritmos sexuais harmônicos e coordenados entre o homem e a mulher. Tal pausa contém, em si mesma, dois fatores básicos:
a) Determinado período de tempo inteligente e voluntariamente estabelecido
entre cópula e cópula.
b) Desfrute prolongado do coito metafísico sem orgasmo, espasmo e sem
perda do licor seminal.
Para que o intercâmbio das forças magnéticas seja profundo, edificante e essencialmente dignificante, é urgente que os mais importantes centros do corpo façam contato de forma harmônica e tranquila.
O clitóris que se acha encaixado entre ambos os lábios pequenos da vulva, representa o ponto mais sensível do organismo feminino. Qualquer clarividente iluminado poderá perceber as forças centrífugas magnéticas que iniciam sua marcha desde o clitóris. É, pois, o clitóris o ponto centrífugo magnético que provê a aura da mulher de convenientes correntes de energia.
Entretanto, nós devemos estudar tudo isto não de forma parcial, senão total; seria absurdo supor que o clitóris que se encontra ante a saída vaginal, separado desta pelo canal condutor da uretra, seja o único portador e gerador da superior sensação para o sexo feminino.
Devemos pensar e compreender que também o útero e partes isoladas do interior da vagina podem ser portadoras e geradoras da máxima sensação sexual. É inquestionável que o tecido cavernoso e os corpúsculos terminais se encontram no clitóris. Sem tais tecidos e corpúsculos, a idoneidade fisiológica feminina e a possibilidade de alcançar a máxima sensação sexual ficariam excluídas.
Depois do contato com o varão, o clitóris, provido de corpos cavernosos, entra em ereção, como o falo masculino, inflamando-se ao par. No instante extraordinário em que também incham os corpos cavernosos na região dos lábios da vulva, a entrada da vagina se reveste de uma espécie de acolchoado esponjoso que envolve, maravilhosamente, o falo masculino.
Quanto mais se umedece, agora, a entrada da vagina pela secreção glandular, tanto maior é a possibilidade de levar os finos condensadores magnéticos que ali se encontram situados a uma afinidade elétrica com o falo que, na organização da tensão do corpo humano, representa, por assim dizer, o emissor primário de energia, para intercambiar uma corrente alternada físico-psíquica.
(Texto retirado dos livros Rosa Ígnea e O Mistério do Áureo Florescer, de Samael Aun Weor)

Fonte:  http://www.gnosisonline.org/mulher-gnostica/a-mulher-a-garganta-o-clitoris-e-o-despertar-da-kundalini/

quinta-feira, 7 de março de 2013

O amor-próprio



:: Elisabeth Cavalcante ::
Amar a si mesmo é um requisito fundamental para que o ser humano possa vivenciar a felicidade. Embora tenhamos aprendido que a auto-estima é individualista e egoísta, ela é essencial para que possamos nos expor ao mundo com coragem e confiança.

Aquele que não ama a si próprio, não reconhece em si qualidades e talentos e se acha inferior ao resto do mundo, dificilmente conseguirá amar verdadeiramente o outro, pois seu amor será sempre revestido de medo.

Quando não nos amamos, tememos que o outro descubra que não somos bons o suficiente para merecer seu amor e nos empenhamos desesperadamente em satisfazer os seus desejos, como forma de garantir a afeição que ele sente por nós.

Esta consciência só nasce a partir de uma profunda reflexão acerca de nossas qualidades e defeitos e do entendimento de que somos únicos e especiais, não importa o quanto tenhamos errado ou nos desviado da Verdade.

Sempre é tempo de recuperamos a nossa auto-estima se reconhecermos que os erros são fundamentais em nosso processo evolutivo. Se formos capazes de nos amar apesar de nossos fracassos, certamente estaremos nos dando a oportunidade de trilhar novos caminhos e descobrir em nós poderes até então desconhecidos.

AME A SI MESMO E OBSERVE
Osho, você pode falar alguma coisa sobre essas belas palavras de Buda:
Ame a si mesmo e observe – hoje, amanhã, sempre?

"Ame a si mesmo"...
O amor é o alimento da alma. Assim como a comida é para o corpo, o amor é para a alma. Sem comida o corpo enfraquece, sem amor a alma enfraquece.
....O amor lhe faz rebelde, revolucionário. O amor lhe dá asas para voar alto. O amor lhe dá insight nas coisas, assim ninguém pode lhe enganar, lhe explorar, lhe oprimir.
.... O amor nada sabe de dever. Dever é um fardo, uma formalidade. Amor é uma alegria, um compartilhar; o amor é informal. O amante nunca sente que ele fez o bastante; o amante sempre acha que mais é possível. O amante nunca sente, ‘Eu favoreci o outro’. Pelo contrário, ele sente, ’Devido a que meu amor foi recebido, estou agradecido. O outro me favoreceu por receber meu presente, não o rejeitando’..

...Um homem que ama a si mesmo respeita a si mesmo e um homem que ama e respeita a si próprio respeita os outros também, porque ele sabe, ‘Assim como eu sou, os outros também são. Assim como gosto do amor, respeito, dignidade, os outros também gostam’. Ele se torna cônscio de que não somos diferentes, no que diz respeito ao essencial, nós somos um. Estamos debaixo da mesma lei: Es dhammo sanantano

O homem que ama a si mesmo desfruta tanto do amor, se torna tão contente, que o amor começa a transbordar, começa a alcançar os outros. Tem que alcançar! Se você vive o amor, você começa a compartilhá-lo. Você não pode continuar a amar a si mesmo para sempre porque uma coisa ficará absolutamente clara para você: que se amando uma pessoa, você mesmo, é um êxtase tão tremendo e tão belo, tanto mais êxtase está esperando por você se você começar a compartilhar seu amor com muitas pessoas!
Lentamente as ondulações começam a se expandir cada vez mais longe. Você ama outras pessoas; então você começa a amar os animais, os pássaros, as árvores, as pedras. Você pode preencher todo o universo com o seu amor. Um simples indivíduo é suficiente para encher todo o universo com amor, assim como um simples seixo pode encher todo o lago de ondulações – um pequeno seixo.

... Digo que esse é um dos mais profundos sutras de Buda, e só uma pessoa desperta pode lhe dar um tal insight.A pessoa que ama a si própria pode facilmente se tornar meditativa, porque meditação significa estar consigo mesmo.
Se você odeia a si mesmo – como você faz, como foi dito a você para fazer, e você tem seguido isso religiosamente – se você odeia a si próprio, como é que você pode ficar consigo mesmo? A meditação não é outra coisa senão desfrutar de sua bela solitude e celebrar a si próprio. Eis o que é toda a meditação.

A meditação não é um relacionamento. O outro não é absolutamente necessário; somos suficientes para nós mesmos. Somos banhados em nossa própria glória, banhados em nossa própria luz. Estamos simplesmente alegres porque estamos vivos, porque somos.
O maior milagre do mundo é que você é e que eu sou. Ser é o maior milagre e a meditação abre as portas desse grande milagre. Mas só o homem que ama a si próprio pode meditar; do contrário você está sempre fugindo de si mesmo, evitando a si mesmo. Quem quer olhar para um rosto feio e quem quer penetrar num ser feio?

Quem quer se aprofundar na própria lama, na própria escuridão? Quem vai querer entrar no inferno que pensam que estão? Você quer manter essa coisa toda coberta com lindas flores e você vai querer sempre fugir de si mesmo.
Desse modo as pessoas estão continuamente procurando companhia. Elas não podem ficar consigo mesmas; elas querem estar com os outros. As pessoas estão buscando qualquer tipo de companhia; se eles puderem evitar a companhia de si próprios qualquer coisa servirá

... O amor começa com você mesmo, assim ele pode se espalhar. Ele vai se espalhando a sua própria maneira; você não precisa fazer nada para espalhá-lo.
Ame a si mesmo... Diz Buda. E então imediatamente ele acrescenta:... e observe. Isso é Meditação, esse é o nome de Buda para a meditação. Mas a primeira condição é amar a si mesmo, e então observe.
... Sócrates diz: Conhece a ti mesmo, Buda diz: Ame a si mesmo. E Buda é muito mais verdadeiro porque a menos que você ame a si próprio você nunca conhecerá a si mesmo – conhecer só vem mais tarde, o amor prepara o terreno. Amar é a possibilidade de conhecer a si mesmo. O amor é a maneira certa de conhecer a si mesmo.

Ame a si mesmo e observe... hoje amanhã, sempre.
Crie energia ao redor de si mesmo. Ame seu corpo e ame sua mente. Ame todo seu mecanismo, todo seu organismo. Por amar significa: aceitar isso como isso é, não tente reprimir. Nós reprimimos somente quando odiamos alguma coisa, reprimimos somente quando somos contra alguma coisa. Não reprima porque se você reprimir como é que você vai observar?
...Se você não for um amante de si mesmo você não será capaz de olhar nos seus próprios olhos, na sua própria face, na sua própria realidade.
Observar é meditação, o nome de Buda para a meditação. Observe, diz Buda. Ele diz: Esteja cônscio, alerta, não fique inconsciente. Não se comporte como que dormindo. Não continue funcionando como uma máquina, como um robô. É assim que as pessoas estão vivendo.
Observe – apenas observe. Buda não diz o que deve ser observado – tudo! Caminhando, observe o seu caminhar. Comendo, observe o seu comer. Tomando banho, observe a água, a água fria caindo sobre você, o toque da água, a frieza, o arrepio que dá na sua espinha – observe tudo, “hoje, amanhã, sempre”.

... Quando você se torna mais alerta você começa a criar asas – então todo o céu lhe pertence. O homem é um encontro da terra com o céu, do corpo e da alma.

Osho, Extraído de: The Way of the Buddha: The Dhammapada

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

"OCULTISMO NÃO É PARA AMADORES."

"OCULTISMO NÃO É PARA AMADORES."

A SOCIEDADE MODERNA CONSOME E SE APODERA DE DIVERSOS SÍMBOLOS, CUJA ORIGEM DESCONHECEM E MUITO MENOS A SUA ENERGIA E A  FINALIDADE. OU O SÍMBOLO VAI "CONSUMIR" A SOCIEDADE OU A SOCIEDADE FICA À MERCÊ DESTES SÍMBOLOS.

"Deve-se escolher com que tipo de energia se quer trabalhar. Quem quiser se aprofundar no tema deve tomar sérias precauções antes de usar o conhecimento."




- A r q u é q u é t i p o s -

Todo símbolo é energia e informação. Todo símbolo por si mesmo produz um resultado em termos de neurotransmissores produzidos em quem usa ou quem o vê.

Esse é o fundamento de toda a publicidade. O uso de arquétipos para criar neuroassociações com um determinado produto ou idéia.

Todo símbolo manipula energia de um jeito ou de outro. E influencia imediatamente que o usa ou quem o vê. Nesse sentido todo símbolo é mágico, porque manipula a realidade para o bem ou para o mal.

O poder que existe num símbolo é imenso. Para o bem ou para o mal.

A suástica foi escolhida justamente pela sua capacidade de mobilizar tremendas quantidades de energia. Até hoje ela é mostrada distorcida para que não mobilize as massas como fez na Segunda Guerra Mundial. 

Todo arquétipo mexe com energias primordiais e telúricas.

É preciso saber muito bem o que se está fazendo com um símbolo. O resultado é inevitável.

Hoje em dia muitos jovens estão usando caveiras nas suas roupas. Caveira é um símbolo de morte e atrai morte. Um evento recente deveria servir de alerta.

Se as pessoas sabem o que o símbolo representa ou não, é irrelevante. Ele funcionará de qualquer forma.

Colocar uma águia num empreendimento comercial afastará os clientes. Anos atrás numa palestra uma pessoa comentou que uma empresa de recursos humanos em Santo André, tinha uma águia na fachada. Eles esperavam atrair muitas pessoas interessadas em empregos, mas praticamente ninguém entrava na empresa para fazer uma ficha. Eles perguntaram por que? Eu disse que só entravam pessoas de terno e gravata por causa da águia. É um símbolo para empresários. O povo não entrava de forma alguma na empresa e era justamente esse público que eles queriam. Eles não sabiam o efeito que a águia provocava e mesmo assim a estavam usando.

Vários alunos perderam o emprego depois que levaram uma águia para dentro da empresa e colocaram na mesa de trabalho. Professoras foram exoneradas no mesmo dia em que puseram a águia. 
Diretores só usam cavalos como símbolo, porque a águia só é usada pelo presidente. Vários casamentos terminaram depois que um pôster de águia foi colocado na sala de tv ou uma estátua de águia. Em uma semana o marido foi embora ou a empregada pediu demissão. Isso é um exemplo de que é preciso ter muito cuidado com um símbolo.  Em maio farei duas palestras sobre o tema em São Paulo.

Quem conhece o que é um “ponto riscado” sabe do poder tremendo que emana do símbolo. Isso não é brincadeira para crianças. 

Mexer com arquétipos é mexer com a energia mais poderosa que existe. Os Arquétipos foram as primeiras emanações do Todo. São o próprio Todo individualizado.

Já expliquei que não se mistura uma energia com outra. Isso depende de muitas variáveis. 

Deve-se escolher com que tipo de energia se quer trabalhar.  Ocultismo não é para amadores.

Quem quiser se aprofundar no tema deve tomar sérias precauções antes de usar o conhecimento.

PROF.HÉLIO COUTO
WWW.PROFHELIOCOUTO.COM.BR


______ <3 Eu sou Cristina Kristina Kina  <3 ____________

A SOCIEDADE MODERNA CONSOME E SE APODERA DE DIVERSOS SÍMBOLOS, CUJA ORIGEM DESCONHECEM E MUITO MENOS A SUA ENERGIA E A FINAL...IDADE. OU O SÍMBOLO VAI "CONSUMIR" A SOCIEDADE OU A SOCIEDADE FICA À MERCÊ DESTES SÍMBOLOS.

"Deve-se escolher com que tipo de energia se quer trabalhar. Quem quiser se aprofundar no tema deve tomar sérias precauções antes de usar o conhecimento."




- A r q u é q u é t i p o s -

Todo símbolo é energia e informação. Todo símbolo por si mesmo produz um resultado em termos de neurotransmissores produzidos em quem usa ou quem o vê.

Esse é o fundamento de toda a publicidade. O uso de arquétipos para criar neuroassociações com um determinado produto ou idéia.

Todo símbolo manipula energia de um jeito ou de outro. E influencia imediatamente que o usa ou quem o vê. Nesse sentido todo símbolo é mágico, porque manipula a realidade para o bem ou para o mal.

O poder que existe num símbolo é imenso. Para o bem ou para o mal.

A suástica foi escolhida justamente pela sua capacidade de mobilizar tremendas quantidades de energia. Até hoje ela é mostrada distorcida para que não mobilize as massas como fez na Segunda Guerra Mundial.

Todo arquétipo mexe com energias primordiais e telúricas.

É preciso saber muito bem o que se está fazendo com um símbolo. O resultado é inevitável.

Hoje em dia muitos jovens estão usando caveiras nas suas roupas. Caveira é um símbolo de morte e atrai morte. Um evento recente deveria servir de alerta.

Se as pessoas sabem o que o símbolo representa ou não, é irrelevante. Ele funcionará de qualquer forma.

Colocar uma águia num empreendimento comercial afastará os clientes. Anos atrás numa palestra uma pessoa comentou que uma empresa de recursos humanos em Santo André, tinha uma águia na fachada. Eles esperavam atrair muitas pessoas interessadas em empregos, mas praticamente ninguém entrava na empresa para fazer uma ficha. Eles perguntaram por que? Eu disse que só entravam pessoas de terno e gravata por causa da águia. É um símbolo para empresários. O povo não entrava de forma alguma na empresa e era justamente esse público que eles queriam. Eles não sabiam o efeito que a águia provocava e mesmo assim a estavam usando.

Vários alunos perderam o emprego depois que levaram uma águia para dentro da empresa e colocaram na mesa de trabalho. Professoras foram exoneradas no mesmo dia em que puseram a águia.
Diretores só usam cavalos como símbolo, porque a águia só é usada pelo presidente. Vários casamentos terminaram depois que um pôster de águia foi colocado na sala de tv ou uma estátua de águia. Em uma semana o marido foi embora ou a empregada pediu demissão. Isso é um exemplo de que é preciso ter muito cuidado com um símbolo. Em maio farei duas palestras sobre o tema em São Paulo.

Quem conhece o que é um “ponto riscado” sabe do poder tremendo que emana do símbolo. Isso não é brincadeira para crianças.

Mexer com arquétipos é mexer com a energia mais poderosa que existe. Os Arquétipos foram as primeiras emanações do Todo. São o próprio Todo individualizado.

Já expliquei que não se mistura uma energia com outra. Isso depende de muitas variáveis.

Deve-se escolher com que tipo de energia se quer trabalhar. Ocultismo não é para amadores.

Quem quiser se aprofundar no tema deve tomar sérias precauções antes de usar o conhecimento.

PROF.HÉLIO COUTO
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