TRABALHADORES DE LUZ - A caminho da evolução

TRABALHADORES DE LUZ - A caminho da evolução

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

‘’A MENSAGEM ETERNA DOS MESTRES’’


‘’A MENSAGEM ETERNA DOS MESTRES’’ de H’Sui Ramacheng.






Prólogo
Estas primeiras palavras são essenciais para que me compreendais.
Embora escreva com vossas palavras e use os termos que já conheceis (pois já lestes mestres yogues), faço-vos lembrar que nós do Oriente não oferecemos provas, nem discutimos argumentos, nem citamos autoridades para confirmar o que ensinamos.
Nosso ensinamento é direto.
Deve haver identificação entre mim e vós, não como se aceita um guru, porém como que ambos estamos em busca da mesma experiência juntos.
Ao escrever esta mensagem, relembro convosco minha experimentação a caminho da Revolução Interior.
Afianço-vos que estou autorizado pelo Além para fazer esta explanação.
Também vos afianço que vamos penetrar naqueles segredos que ficam no último degrau de todas as religiões, sociedades e fraternidades secretas ou iniciáticas, místicas ou filosóficas.
Trata-se de segredos que os Grão-Mestres, Sumos- Pontífices, altos chefes ou Mestres não revelam aos seus seguidores porque muitas vezes eles próprios os guardam sem ainda terem entendido seu valor e significado..
Exatamente por possuírem tal profundidade e nós os apresentarmos ante vossos olhos como coisas simples, não vos iludais: cada segredo possui uma interpretação mais profunda se experimentado por vós e cada um deles sendo compreendido vai permitir nova compreensão do anterior.
Eu vos afirmo que há sete interpretações para cada chave que vos ofereço; quem veja a segunda compreenderá que pode usar as sete.
Ofereço-vos o modo mais simples de dizer as coisas secretas. Entretanto, só os que realmente as podem ter é que as entenderão.

São Paulo, 7 de Fevereiro de 1973

H’ Sui Ramacheng


AS SETE CHAVES DO ALÉM


Enumeremos a seguir o que consideramos as Sete Chaves do Além.
Usamos vossos termos, embora em sânscrito possuam outro valor, para poder ser melhor entendido.
São três grupos de princípios, a saber:


1º. Grupo - Vigilância, Intenção e Sentimento;
2º.Grupo - Auto-conhecimento, Intuição e Integração universal;
3º. Grupo - A Verdade.


Este último grupo resume, na Sétima Chave, todas as demais.


I – Vigilância


Compreensão , Atenção


Já vos informei que estamos expondo os princípios secretos mais profundos que o homem pode atingir em sua presente vida.
Eles dão resposta a vossas mais profundas dúvidas.
Eles resolvem o conflito do mundo, o vosso conflito interior.
Prestar atenção, eis o primeiro segredo.
Se soubésseis compreender, talvez pudésseis ter aproveitado os últimos seis mil anos de experiência com sessenta mil guerras externas e já saberíeis como evitá-las.
Atenção é o elemento essencial para compreender.
Vigilância é o melhor termo que nos convém.


Porém , se estiverdes atentos ao conflito que vai pelo mundo, a fome, a guerra, a doença, a competição, tudo formas e consequências de conflitos, vereis que se trata apenas da exteriorização de vosso próprio conflito interior.
Tudo se resume no egoísmo.
Egoísmo individual, vosso e meu, eis a base do conflito.
A esse egoísmo dais muitos nomes: luta pela vida, competição, religião, ideologia, nacionalidade, etc.
Perguntareis: ‘Então quereis provar que eu sou responsável pela miséria, guerra, fome e conflitos do mundo?’’


Eu vos respondo: exatamente isso é o que vos digo e só encontrareis vossa verdadeira paz quando atingirdes essa paz dentro de vós.


Simplifica-se a Chave da Atenção, portanto, ao mundo exclusivo da vossa realidade interior.
Mas, como podeis vigiar, como podeis compreender todos os vossos conflitos interiores?
Pensais em enfadonhos exercícios, em concentrações profundas, em meditações prolongadas... Pensais em esforço.


Eis vosso engano.


Compreender, estar atento, não se obtém com esforço.
É no preciso instante em que deixais de fazer esforço que começais a compreender.
Observai vossas ações e vossos pensamentos (egoísmos, ambições, desejos, medos, etc.) sem procurar julgá-los, sem condenar, sem criticar, sem aprovar.


Tomai apenas consciência do que está acontecendo.
Sois egoísta?
Agistes com ambição?
Sentis medo?
Por favor, não procureis transformar vossos atos e pensamentos no oposto, pois continuareis em conflito, em outra posição, talvez maior ainda.


A compreensão se obtém sem julgar, sem condenar, sem aprovar.
É vigilância passiva e sem qualquer esforço.
Esta a primeira chave, o primeiro grande segredo – Saber Vigiar, saber Estar Atento, Saber Compreender.
Isto é estar desperto.
Ao usá-la, o compartimento de vossos conflitos e, portanto, os do mundo todo, fica aberto e acessível a vossa observação.
Adiante vereis o grande valor desta chave para a transmutação, libertação e revolução interior.




II - Vontade, Intenção


Dissemos que a Intenção era o segundo
princípio que vos exporíamos.
A Palavra que devemos usar é ‘’vontade’’.
Tendes a primeira chave e sabeis estar atento, sabeis vigiar.
Só vigiar não basta.
Deveis ter a intenção de vigiar.


Quando dizemos vontade, pensamos imediatamente em desejos, ambições, esforço para obter alguma coisa, razões e raciocínios para agir.


Porém, não será disso que vos falarei.
Vós estais procurando abrir as portas do secreto, do oculto, do além, da mística e já compreendestes que esse conhecimento está dentro de vós.
Por que não o atingistes ainda?
Eis que vos faço presente de uma das chaves que vos faltou –
a Intenção.
Esta intenção, esta vontade de abrir as portas do secreto, também não exige esforço.
É uma intenção passiva e que se traduz pela exclusão.
Se quereis, se tendes a intenção de compreender o oculto, deveis excluir tudo o mais.
Deveis libertar vossa atenção de todos os conflitos, para que fique somente a intenção, o abandono ao Absoluto..
Achais difícil?


Não o será, se, com um pouco de paciência, prosseguis comigo e recebeis as demais chaves.
Cada uma isolada leva a becos sem saída.


Vede à frente que a intenção é global.
Vós quereis abrir todas as chaves.
Essa a verdadeira intenção.


Cada chave vai adquirir nova profundidade quando
conhecerdes a seguinte, após ter esclarecido ou confirmado a anterior.
Nenhuma é menos importante que as demais.
Todas funcionam sem esforço e todas são do vosso interior.
Só vós as podeis usar.


Até este ponto, já sabeis que o começo da descoberta do oculto que está dentro de vós, começa com a Vigilância, mas trata-se de uma Vigilância com a Intenção global de alcançar a verdade que se esconde dentro de vós.
É uma Intenção especialíssima, portanto.


III – Sentimento


Vós já prestais atenção aos conflitos, às guerras, à vossa confusão interior e tendes a intenção de resolver definitivamente tais conflitos e confusões.


Por esse motivo, mesmo que nada vos dissesse, já percebeis que esse estado de coisas não se deve a raciocínios e pensamentos que existem em demasia.
Já estais de posse do segredo que todos conhecem: o que há de errado fica no mundo dos sentidos.
O que falta é amor, no sentido de sentimento de que fazemos parte de uma mesma energia universal, estamos integrados, e irmanados e não isolados.


Ainda mais, no sentido de fazer o bem sem esperar recompensa, no sentido de superação do egoísmo.
Isto é o evidente, o óbvio.
E no entanto, direis que é impossível praticá-lo.


Achais mais leve suportar conflito?
Ou achais que esse amor deve partir dos outros e não de vós?
Vós sois a parte mais importante do Vosso Universo.
Vossos sentimentos se refletem nos outros e voltam para vós.
Se não iluminais, como quereis receber e reflexo?
É regra desta vida que aquilo que fazeis aos outros vos retorne e em dobro.


Sentir, portanto, é um dos segredos de todas as religiões e místicas.
A chave dos sentimentos também é, igual às demais, sentir sem esforço, sentir naturalmente, sentir como se fôsseis , e realmente sois, integrados na vida universal, no próximo, e até no que considerais vosso inimigo.


Se não sentis amor pelo próximo, sem a experiência deste sentimento, jamais haveis de sentir se o próximo tem amor por vós. Muitas vezes são os sentimentos dos outros para convosco melhores do que os vossos e, vossa experiência sendo falha, os interpretais mal.


Jamais encontrareis o caminho dos segredos se não souberdes sentir.
Já tendes a vigilância para evitar este erro.
Tendes a intenção de colaborar na solução dos conflitos e já sabeis que a ação é Amor.
Porém, como manifestá-lo?
Sabeis que o grande segredo é, em todas as chaves, a ausência de esforço.
Aqui se trata em primeiro lugar de praticar o desapego, à medida que vigiais vossos atos, desejos, egoísmos, ireis libertando-vos das coisas que vos possuem enquanto pensais que as possuis e no entanto fazem falta ao vosso próximo.


O desapego será a melhor e primeira manifestação do sentimento de amor ao próximo.
Tal chave é a libertadora da grande revolução interior e que vai mudar o mundo.
Esta pode libertar-vos do peso das posses e riquezas, tornando-vos leves e felizes.
Não vos apresseis a julgar ou raciocinar.
Deixai que a vossa consciência vá vigiando e compreendendo.
Permiti que vossos sentimentos se manifestem.
Não façais endurecer vossos corações.


Antes pelo contrário – fazei vossos sentimentos caminhar para a infância.(Nota: S.Estrelas - Vejam aqui esses ensinamentos e o que nos tem sido dito pelos Anciões, e em tantas outras canalizações, "ser como crianças", também de entregar-se a Luz, aqui é recomendado usando outro termo "abandono ao Absoluto". Bem diz o titulo - MENSAGEM ETERNA).
A criança é o melhor e o mais completo exemplo de atenção sem esforço, intenção sincera e sentimento puro.
E suas reações também.
Foram os condicionamentos, os egoísmos e ambições que encobriram vosso verdadeiro "Eu".




4ª - Chave
Auto-conhecimento


Toda vossa ciência Ocidental tem optado pelo lado material terrestre, pelo invólucro das coisas, sem prestar atenção ao seu interior.
Mesmo ao estudar o homem, primais pelo exame superficial do vosso corpo e não compreendeis que sois o centro de tudo, e em vosso interior se guardam os segredos do Infinito e do Absoluto.
O auto-conhecimento a que me refiro não é, portanto o conhecimento do vosso corpo e da matéria de que é feito, porém, o exame profundo do vosso "Eu".
Com as três chaves anteriores – Vigilância, Intenção e Sentimento – podeis começar o vosso exame interior.
O segredo está, como já vos disse, em não fazer esforço, em observar-se.


Lamentamos que nosso mundo oriental também se degrada aos poucos aceitando o azáfama exterior como a atividade mais importante.
Porém, os profundos conhecedores de si mesmos jamais serão dominados.
Essa aparente invasão e conquista se destinou, por ordem do Além, para abrir as portas dos Segredos ao Ocidente.


O auto-conhecimento através da auto-vigilância é um ato intencional que nos levará ao profundo sentimento de amor para conosco mesmos, primeiro passo para poder estender esse amor aos outros e ao infinito.
Pensais que seja difícil observar-se.
Pensais em concentração.
Objetareis que precisais de um Guru para orientar vossa meditação.


Vou mostrar-vos o quanto é fácil, usando um sistema que veio do oriente e cujo ‘’roubo’’ os Yogues vos perdoam pela utilidade que vos possa trazer – a psicanálise, o sofá do psiquiatra.
Tendes um problema, uma neurose, um recalque, ou outro desajustamento qualquer?
Deitai-vos no divã.
Soltai vossa tramela interior.


Caminhai de fato em fato até que toqueis no fato que, jogado ao vosso mundo interior oculta, fora do vosso controle, recalcado e esquecido, causou-vos os malefícios de que vos queixais.


Tão logo encontreis a causa e a aceitais, sem crítica, sem condenação e também sem aprovar, eis que o problema todo se esfuma como que por encanto.
Isto os psiquiatras sabem fazer.
Vós podeis fazer, sempre que tiverdes problemas, frustrações, conflitos, essa vigilância e eles sumirão.


O psiquiatra, no entanto, não entende a causa de tal milagre.
Explico-os: vosso ‘’Eu’’ é um conjunto de véus ou vestes que são vossos preconceitos, recalques, hábitos, costumes, condicionamentos, egoísmos, ambições ou desejos.
Toda vez que conseguirdes identificar um desses véus, ele cai por terra e conseguireis ver mais para dentro de vós mesmos.
Com o psiquiatra chegareis apenas ao ponto em que permaneceis nos condicionamentos de vosso ambiente, ou seja, com os véus que todos vossos vizinhos também possuem.


Se trabalhardes por conta própria e examinardes um a um os véus dos desejos, ambições, condicionamentos, preconceitos, Sem Esforço, ireis jogando-os fora um a um até que estejais só Vós frente a Vós mesmos.
Pensais que esse fato seria aterrador?


Muitos no ocidente assim disseram e eu o tenho ouvido amiúde. Garanto-vos que isso se deve à falta de compreensão.
Se compreendêsseis o objetivo do auto-conhecimento sem ‘’egolatria’’; se percebêsseis esse auto-libertar-vos sem egoísmo, sem a busca do poder absoluto ‘’Eu’’; se assim vos libertardes dos véus, atingireis em breve as três chaves que se seguem.


Enquanto seguirdes as ditas Sociedades Secretas em busca de perpetuação do vosso ‘’Eu’’ , em busca do poder e da riqueza, enquanto aceitardes as chaves secretas para o vosso benefício, faltar-vos-á um véu a eliminar, o véu do egoísmo.
Com ele não chegareis à intuição, ao amor universal nem à Verdade.


Enquanto seguirdes as religiões em busca da salvação pessoal, egoísta, como passagem para o Além, tereis que nascer e renascer muitas vezes para poder libertar um dia do último véu o ‘’Eu’’ profundo que se anulará na Integração Universal.
Enquanto lerdes este livro em busca de solução externa, dada pelo guru, de nada vos há-de servir.
Lembrai-vos bem: o auto-conhecimento é sem esforço e só pode ser feito por vós mesmos.
O auto-conhecimento liberta.
Na medida em que vos conhecerdes, ficareis mais leves, pois livres dos véus.


5ª - Chave
Intuição


Quando vossos véus forem caindo, quando vosso auto-conhecimento for caminhando decididamente, no rumo certo, vosso ‘’Eu’’, mais livre dos terríveis pesos dos egoísmos e dos condicionamentos, dos hábitos e dos preconceitos, vos acontecerá um fenômeno ainda estranho ao ocidental e que alguns já vislumbram, que é o conhecimento direto das coisas.


Abstratamente dizeis que conhecer é identificar-se com o objeto do conhecimento.
Como podeis alcançar essa identificação se estais envoltos em brumas?
Com o auto-conhecimento saireis das brumas e talvez vos assuste a luz.
Por isso vos dou mais esta chave como precaução.
Pois começareis a ver as coisas todas do vosso mundo em vertigens de atingimento direto.


Pensareis ter atingido poderes secretos e vos lançareis ao seu uso.
Não vos iludais como tantos que palmilharam esse caminho.
Caireis como eles no vazio do vosso próprio egoísmo.
Acreditareis que eram demónios ou espíritos que iludiram e depois vos abandonaram?


Previno-vos que o fenómeno é natural – quem tinha dez véus sobre os olhos e tirou nove, vê melhor do que os que continuam com seis ou quatro.
No ocidente estudam este fato com nomes como telepatia, telecinese, premonição, vidência, profecia, em ciência com o nome de Parapsicologia.
Falam em ‘’dom’’, ‘’poderes’’, etc..


Facilmente a literatura vende ‘’terceira visão’’, falsos profetas e mais frustrações.
Vós compreendereis que qualquer um pode chegar lá.
Qualquer um que se desprenda dos véus atingirá em sucessivos graus e por tempos cada vez superiores o conhecimento direto ou intuição.


E sempre será obtido esse estado sem esforço.
Basta deixar que ele ocorra sem procurá-lo.
Irá sua mente ao além, ao futuro, ao passado, ao oculto, ao distante, às outras mentes, às coisas.
É o começo do verdadeiro.
Conhecimento.
Na medida em que souberdes usar as chaves que já tendes, assim chegareis ao conhecimento direto.
No auto-conhecimento vos libertais de tudo que vos oprime.
Podeis assim usar a intuição.


Porém, o fenômeno intuitivo chega bem antes de concluir a libertação e anulação do ‘’Eu’’.
Esta chave deve ser bem usada, para concluir o auto-conhecimento pela identificação com as demais coisas, inclusos nelas todos vossos semelhantes.
Esta é a chave de ouro para aferir o vosso grau de libertação e permitir o uso da sexta chave.
Só quando todos os véus caírem é que vereis as coisas com perfeição.
Se vossa intuição avança e depois cai, perguntai a vós mesmos a causa.
Tudo que vos sucede tem como causa algo dentro de vós mesmos: criastes ou recriastes mais um véu?
É evidente que vos há-de perturbar.


6ª Chave
A Integração Universal


Estando vigilantes com a intenção de alcançar o verdadeiro amor, atingistes o auto-conhecimento e libertastes a intuição para completar-vos pela anulação do vosso ‘’Eu’’ em um ato de Amor Universal.
Neste último estado, cujo segredo continua sendo o mesmo (Sem Esforço), vós vos identificais com vossos semelhantes, com os objetos do conhecimento, com o Absoluto, num êxtase de Amor Universal.
Muitas vezes o yogue tem feito segredo deste estado, fazendo crer que só alguns privilegiados, à custa de esforços incríveis, cultivando posturas físicas e concentrações mentais inauditas, só alguns, podem atingir tal estado.


Outros têm dito que tal estado só se alcança após a morte.
O motivo é que houve proibição do Além.
Quem soubesse, era ‘’iniciado’’ e devia guardar segredo, pois os demais não estavam prontos para atingi-lo.
Essa proibição terminou.
Eu vos asseguro; nem é perigoso, nem se morre fisicamente para atingir o amor universal, o êxtase da integração.
Está chegado o tempo em que todos vós podereis alcançar esse estado.
Está chegando o tempo em que será necessário que chegueis a ele para libertar vosso mundo dos eternos conflitos.


Já sabeis o caminho, pois tendes as cinco chaves para passar as portas que levam a esse estado.


Ao atingir a intuição, aos poucos chegareis ao ponto em que podeis perceber o ‘’longe’’, o ‘’passado’’, o ‘’futuro’’, o Absoluto’’, vossos semelhantes, como sendo vós mesmos, pois estais integrando-vos aos poucos num Eu Universal.


Compreendereis por vós mesmos que o amor ao próximo é amor a vós mesmos.


E após o atingimento desse estado, podeis voltar ao vosso pequeno mundo, aos vossos afazeres, ao vosso dia-a-dia.


Porém voltai integrados e dispostos à parte prática, pois em caso contrário, perdereis tudo que alcançastes, as chaves enferrujarão e retornareis passo a passo ao marco zero.
Sei que se de verdade chegareis a este ponto, não desejareis perder o terreno conquistado, pois atingindo uma só vez a Integração, já estais com o primeiro passo para a Transmutação que é a última chave.


Se já lestes os mestres yogues, talvez tenhais visto belas descrições literárias desse êxtase: cada um que o alcança, deseja que permaneça e por isso mesmo o perde e fica frustado.
Vós já estais esclarecidos para o fenômeno.


O segredo é sempre alcançar os estados mentais espontaneamente, ou seja, sem esforço, começando sempre pela respiração profunda e pelo relaxamento total.
Vós atingireis o estado de união com todas as coisas, identificação com a Natureza, com o Absoluto.
Mesmo por instantes, como na Intuição, não vos preocupeis ou esforceis em voltar a eles, não sejais egoístas, não volteis a cultivar os véus que já derrubastes.


Alcançando o ponto inicial, o Amor Universal, estais no dever de propagá-lo.
Ao fazê-lo, eliminai de vossas intenções o desejo de reconhecimento e até mesmo a expectativa de que vossos conselhos sejam seguidos.
Ensinai a Revolução Interior e deixai que cada um a alcance: o excesso de zelo também é egoísmo.




7ª - CHAVE
A Transmutação


Eis-nos finalmente frente a frente com a última chave do Além.
Esta é a chave sem retorno.
Os iluminados se libertam.


Podem alcançá-la em vida, como Buda.
Porém, o normal de nosso mundo é alcançá-la com a morte quem já tenha chegado ao Amor Universal.
Direi que esta chave se chama ‘’Verdade’’.
Vede bem – Verdade com letra maiúscula não uma verdade qualquer, minha verdade, tua verdade.
É única e infinita.
É absoluta.
Faz parte da Integração Universal, embora a ultrapasse.
Quem atingiu a Integração está pronto para ela.
O segredo é novamente "Sem Esforço".


Porém, para ela funcionar são necessárias as seis anteriores usadas com perfeição: há-de estar presente a vigilância completa, a intenção da transmutação, o amor até aos inimigos, o auto-conhecimento até a anulação do ‘’Eu’’.


(Vede bem – até o desejo do céu terá que ser anulado), a intuição como forma de Integração e a Integração Universal sem restrições.
Aí se dará a Transmutação da pessoa em um ser iluminado e portanto liberto.
Pouco importa daí por diante a vida ou a morte, o conhecimento, o mundo ou o corpo.
Vós já tereis atingido a Verdade.
Repito mais uma vez: cada chave será usada sem esforço.
Porém, somente vós as podeis usar.
Nenhum mestre as abrirá por vós.
Nenhum livro contém a Verdade enquanto vós não a experimentardes.
Este é um livro e portanto sem qualquer sentido enquanto vós apenas o estais lendo ou lhe repetis os dizeres.
De nada vos adiantará repetir mil vezes o que aqui fica dito.
Sempre será uma verdade qualquer.
Nenhum sentido possuirão as palavras que eu vos disse, se não experimentardes por vós mesmos o seu significado.
Só atingireis a Revolução Interior por vossa vontade.
Ninguém a atingirá por vós.
E não necessitais persegui-la.
Tereis que querê-la e deixar que ela vos atinja.


O segredo é sempre: ‘’Sem Esforço’’.
Isto quer dizer que a Transmutação está dentro de vós e vós só tendes que permitir que ela ocorra, abrindo sucessivamente as portas do Além.


As chaves estão em vossas mãos e vossas mãos vacilam.
Achareis mais fácil continuar nos conflitos?
Pensareis que basta imaginar a transmutação?
Pensais que basta a intenção?
Pensais que podeis escolher a chave que desejais e jogareis fora as demais?
Reconheceis que estas são as chaves, porém esperais que os outros as usem antes?


Achais nebulosa e distante a Verdade ou Transmutação?
Em conclusão, lembro-vos: a Verdade é o prémio ao Amor Universal; só quem lá chegar pode gozá-la e saber como é.


O êxtase da sexta chave é tão pequeno em relação à Transmutação, quanto é pequena a duração da nossa vida em relação ao Infinito.
Quando o sábio chega lá, dirá:
Eu sou a Verdade.
E ele é de fato a Verdade.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

A mulher, a garganta, o clitóris e o despertar da Kundalini


A mulher tem os mesmos direitos que o homem. A mulher também chega a ser Adepta da Fraternidade Branca. Joana D’Arc é uma Mestra de Mistérios Maiores da Fraternidade Branca. H. P. Blavatsky, autora de A Doutrina Secreta, chegou ao Adeptado e é uma Mestra de Mistérios Maiores da Fraternidade Branca. Em quase todos os Templos de Mistérios encontramos muitas Damas-Adeptas trabalhando pela humanidade.
A mulher desperta sua serpente sagrada da mesma forma que o varão. A mulher que quiser despertar sua Kundalini tem de praticar a magia sexual com seu esposo.
As mulheres solteiras transmutarão por intermédio da mente, como já ensinamos em páginas precedentes. A alquimia sexual é a base fundamental da sabedoria do fogo.
O amor é o templo, e a matriz é o matraz do laboratório sexual. Nesse matraz da alquimia sexual combinam-se o Sal, o Enxofre e o Mercúrio para elaborarem, mediante um processo de combustões eróticas, a Pedra Filosofal do alquimista.
No matraz sexual do nosso laboratório orgânico as explosões de fogo passional combinam certos arcanos etéricos, astrais, mentais, volitivos, conscientivos e divinos para preparar com o fogo ardente da sede erótica certos elementos ígneos, cujos princípios substanciais pertencem ao Íntimo.
A mulher, em estado de excitação sexual, acumula enorme quantidade de fogo elemental da natureza, que, ao se combinar com o magnetismo erótico do varão, gera certos poderes cósmicos, cujas terríveis explosões abrem as câmaras espinhais… A ebulição dos fogos passionais do homem e da mulher, em mútua combinação erótica, forma verdadeiras tempestades ardentes que perturbam a atmosfera e enlouquecem os tenebrosos que formam a escolta de cada câmara.
Essas entidades submersas assaltam o intrépido, defendendo fogos, cujos princípios sintéticos e transcendentais estão encerrados nas 33 câmaras internas da nossa coluna espinhal. Os tenebrosos defendem seus direitos e nos classificam de ladrões de poderes.
Este é o Mistério do Bafometo. A rosa elabora seu perfume do barro da terra e o verme rasteiro não gosta do jardineiro que o arranca do seu barro. Agora nossos discípulos compreenderão em que se baseiam os tenebrosos para qualificar de ladrões os alquimistas sexuais.
Cada câmara está fortemente defendida por legiões de tenebrosos. Há que se vencer os tenebrosos com o fio da espada para se tomar cada câmara de assalto. Agora os devotos do sendeiro entenderão por que o Cristo disse que o céu se toma por assalto.
Esses 12 Sais Zodiacais fervem ardentemente em nossas glândulas endócrinas durante os transes de alquimia sexual. Esses 12 Sais encerram os princípios seminais das 12 Constelações Zodiacais, cujos poderes ardentes atuam sobre os minúsculos laboratórios das glândulas endócrinas, ativando-se em particular a produção de hormônios do nosso sistema nervoso líquido.
A superexcitação de nossas glândulas endócrinas é acompanhada de gigantescas combinações ígneas dentro de nossos chacras e essências de nossos veículos internos.
A mulher excitada sexualmente tem o poder de transplantar os princípios sintéticos de seus 12 Sais à laringe do varão. Assim é como esse órgão adquire princípios hermafroditas que, mais tarde, dão ao Íntimo o poder de criar através da palavra.
A combinação de princípios ígneos entre homem e mulher está também intimamente relacionada com uma série de intercâmbios salinos que preparam a laringe feminina como órgão criador angélico.
O fogo ardente da superexcitação sexual dá origem a enormes e gigantescas combinações de princípios, cujo resultado sintético vem a ser a abertura das câmaras espinhais. Quanto mais forte for a contenção do ato, quanto mais violenta seja sua luta, mais potentes subirão os vapores seminais e mais terrível será à força de ascensão da Kundalini.
A chave do domínio sexual reside na mente. Domina-se a mente através da vontade.
Ao se refrear a violência passional, devemos açoitar a mente com o terrível látego da vontade, porque a guarida da mente do desejo está na mente. Falemos à mente assim: Mente, retira imediatamente esta excitação sexual. Esta fórmula permite-nos retirar a intensa paixão no momento preciso de se refrear o ato.
A união com o Íntimo torna-se possível somente com a alquimia sexual. Se pegarmos o corpo mental de qualquer estudante pseudoespiritualista teorizante e examinarmos detidamente, verificamos que é uma verdadeira biblioteca ambulante. Se em seguida examinarmos detidamente seu chacra Muládhara – a Igreja do cóccix –, verificaremos que a Kundalini está completamente encerrada ali… sem dar mostras do mais ligeiro despertar. Se examinarmos o canal Sushumna desse estudante, não acharemos ali nem rastros do fogo sagrado. As 33 câmaras dele estão completamente cheias de trevas. Esse exame interno levar-nos-ia à conclusão de que dito estudante está perdendo lamentavelmente seu tempo.
O fogo sagrado desperta quando os átomos lunares e solares do nosso sistema seminal fazem contato no osso do cóccix. Porém, se malgastamos nossos átomos solares com a ejaculação seminal, não há átomos solares suficientes para o contato que despertará o fogo. O estudante poderá ter o corpo mental convertido em verdadeira biblioteca, as 33 câmaras da sua coluna espinhal continuarão totalmente apagadas e nas mais profundas trevas. Conclusão: esse estudante é um habitante das trevas, do Abismo…
Impossível acender o fogo da Kundalini unicamente com átomos lunares do líquido encefalorraquidiano. Indispensável que os átomos solares do sistema seminal façam contato com os átomos lunares do líquido encefalorraquidiano para despertar o fogo sagrado.
Se gastarmos os átomos solares não teremos capital para fazer uma combinação atômica que permita o despertar da Kundalini através da alquimia sexual. A Kundalini é de natureza absolutamente sexual e só se a desperta através da alquimia sexual!
Se examinarmos detidamente a constituição interna de um místico, encontraremos um corpo da consciência, búdico, muito bonito e os éteres lumínico e refletor do seu corpo etérico muito luminosos. Como o místico comum e normal ejacula seu líquido seminal, quando se investiga seu chacra Muládhara, verificamos que a Kundalini mantém-se enroscada ali, sem dar mostras de querer despertar.
As 33 câmaras da medula espinhal do místico do nosso exemplo estarão repletas de trevas porque ali o fogo jamais passou. As boas obras, as obras filantrópicas, embelezarão seus éteres lumínico e refletor. A cultura livresca dará à sua mente rica erudição, porém, sua Kundalini não despertará porque ele não penetrou nos mistérios do fogo. Ainda que seja um homem bom e virtuoso, não passará de uma sombra boa, bondosa, por entre o frio e as trevas do Abismo.
Alguns sustentam que a Kundalini pode ser despertada através do ioga. Não negamos essa afirmação. Mas sustentamos que o autêntico iogue é totalmente casto. Se não fosse assim, os iogues não teriam capital atômico para despertar sua Kundalini. Vivekananda declarou em suas conferências de Raja Ioga que o iogue deve ser totalmente casto para converter sua força sexual em ojas (energia crística). Assim é como os iogues conseguem o despertar da Kundalini e a união com o Íntimo.
A alquimia sexual dos iogues está relacionada com os exercícios respiratórios e com certas práticas de meditação interna que jamais foram publicadas em nenhum livro impresso. Se um iogue fornicasse, não teria capital atômico suficiente para acender seus fogos espinhais; então, esse iogue perderia lamentavelmente seu tempo. As práticas de ioga são unicamente para aqueles que pertencem ao Raio Oriental.
Nós, gnósticos, temos a mulher como sacerdotisa da Bendita Deusa Mãe do Mundo. Há alguns que querem chegar à união com o Íntimo sem levar a Kundalini em consideração para nada. Esses estudantes estão completamente desencaminhados porque a união com o Íntimo só é possível através do fogo. Por isso, pôs-se sobre a cruz do Mártir do Calvário a palavra INRI (IGNIS NATURA RENOVATUR INTEGRAM: o fogo renova incessantemente a natureza).
És gnóstico? És místico? És iogue? Lembra-te, bom discípulo, que só podes entrar no Éden pela porta por onde saíste. Esta porta é o sexo!
Dizem que há muitos caminhos. Nós, Mestres de Mistérios Maiores da Grande Loja Branca, afirmamos: só há uma porta para se entrar no Éden. Esta porta é o sexo!
Aqueles que não obedecem à ordem do Senhor Jeová, aqueles que seguem comendo a fruta proibida, são discípulos da doutrina de Baal. Para eles, como diz a Bíblia, será o lago ardente de fogo e enxofre que é a segunda morte.
O gnóstico deve amar intensamente a sua sacerdotisa. A mulher deve viver sempre cheia de harmonia e deve cultivar o sentido artístico. Conforme o fogo sagrado vai subindo pela medula espinhal da mulher, vai penetrando nos diversos salões do fogo e ela vai se cristificando.
A mulher deve refrear o ato sexual e retirar-se do varão antes do espasmo para evitar a perda seminal. Eis como a Kundalini desperta na mulher, da mesma maneira que no homem.
O magnetismo masculino, ao misturar-se com o magnetismo feminino, começa a despertar os fogos sagrados da mulher. A mulher deve cultivar a beleza, a música e o amor.
Despertemos em nós a culta majestade de nossa beleza interior. Permita-se que afirmemos a majestade de nosso saber. Sou uma árvore solitária. Sou a árvore da vida.

Intercâmbio Magnético

Na cópula química, no coito metafísico, durante o Sahaja Maithuna, experimenta-se a máxima sensação erótica aos cinco minutos. Flamas dinâmicas, magnéticas, como ondeante mar de gás vermelho purpúreo, terrivelmente divino, rodeiam o casal durante o transe sexual. Tremendo instante é esse em que as correntes masculinas intentam unir-se com as femininas.
Com a pausa magnética criadora, estabelecem-se ritmos sexuais harmônicos e coordenados entre o homem e a mulher. Tal pausa contém, em si mesma, dois fatores básicos:
a) Determinado período de tempo inteligente e voluntariamente estabelecido
entre cópula e cópula.
b) Desfrute prolongado do coito metafísico sem orgasmo, espasmo e sem
perda do licor seminal.
Para que o intercâmbio das forças magnéticas seja profundo, edificante e essencialmente dignificante, é urgente que os mais importantes centros do corpo façam contato de forma harmônica e tranquila.
O clitóris que se acha encaixado entre ambos os lábios pequenos da vulva, representa o ponto mais sensível do organismo feminino. Qualquer clarividente iluminado poderá perceber as forças centrífugas magnéticas que iniciam sua marcha desde o clitóris. É, pois, o clitóris o ponto centrífugo magnético que provê a aura da mulher de convenientes correntes de energia.
Entretanto, nós devemos estudar tudo isto não de forma parcial, senão total; seria absurdo supor que o clitóris que se encontra ante a saída vaginal, separado desta pelo canal condutor da uretra, seja o único portador e gerador da superior sensação para o sexo feminino.
Devemos pensar e compreender que também o útero e partes isoladas do interior da vagina podem ser portadoras e geradoras da máxima sensação sexual. É inquestionável que o tecido cavernoso e os corpúsculos terminais se encontram no clitóris. Sem tais tecidos e corpúsculos, a idoneidade fisiológica feminina e a possibilidade de alcançar a máxima sensação sexual ficariam excluídas.
Depois do contato com o varão, o clitóris, provido de corpos cavernosos, entra em ereção, como o falo masculino, inflamando-se ao par. No instante extraordinário em que também incham os corpos cavernosos na região dos lábios da vulva, a entrada da vagina se reveste de uma espécie de acolchoado esponjoso que envolve, maravilhosamente, o falo masculino.
Quanto mais se umedece, agora, a entrada da vagina pela secreção glandular, tanto maior é a possibilidade de levar os finos condensadores magnéticos que ali se encontram situados a uma afinidade elétrica com o falo que, na organização da tensão do corpo humano, representa, por assim dizer, o emissor primário de energia, para intercambiar uma corrente alternada físico-psíquica.
(Texto retirado dos livros Rosa Ígnea e O Mistério do Áureo Florescer, de Samael Aun Weor)

Fonte:  http://www.gnosisonline.org/mulher-gnostica/a-mulher-a-garganta-o-clitoris-e-o-despertar-da-kundalini/

quinta-feira, 7 de março de 2013

O amor-próprio



:: Elisabeth Cavalcante ::
Amar a si mesmo é um requisito fundamental para que o ser humano possa vivenciar a felicidade. Embora tenhamos aprendido que a auto-estima é individualista e egoísta, ela é essencial para que possamos nos expor ao mundo com coragem e confiança.

Aquele que não ama a si próprio, não reconhece em si qualidades e talentos e se acha inferior ao resto do mundo, dificilmente conseguirá amar verdadeiramente o outro, pois seu amor será sempre revestido de medo.

Quando não nos amamos, tememos que o outro descubra que não somos bons o suficiente para merecer seu amor e nos empenhamos desesperadamente em satisfazer os seus desejos, como forma de garantir a afeição que ele sente por nós.

Esta consciência só nasce a partir de uma profunda reflexão acerca de nossas qualidades e defeitos e do entendimento de que somos únicos e especiais, não importa o quanto tenhamos errado ou nos desviado da Verdade.

Sempre é tempo de recuperamos a nossa auto-estima se reconhecermos que os erros são fundamentais em nosso processo evolutivo. Se formos capazes de nos amar apesar de nossos fracassos, certamente estaremos nos dando a oportunidade de trilhar novos caminhos e descobrir em nós poderes até então desconhecidos.

AME A SI MESMO E OBSERVE
Osho, você pode falar alguma coisa sobre essas belas palavras de Buda:
Ame a si mesmo e observe – hoje, amanhã, sempre?

"Ame a si mesmo"...
O amor é o alimento da alma. Assim como a comida é para o corpo, o amor é para a alma. Sem comida o corpo enfraquece, sem amor a alma enfraquece.
....O amor lhe faz rebelde, revolucionário. O amor lhe dá asas para voar alto. O amor lhe dá insight nas coisas, assim ninguém pode lhe enganar, lhe explorar, lhe oprimir.
.... O amor nada sabe de dever. Dever é um fardo, uma formalidade. Amor é uma alegria, um compartilhar; o amor é informal. O amante nunca sente que ele fez o bastante; o amante sempre acha que mais é possível. O amante nunca sente, ‘Eu favoreci o outro’. Pelo contrário, ele sente, ’Devido a que meu amor foi recebido, estou agradecido. O outro me favoreceu por receber meu presente, não o rejeitando’..

...Um homem que ama a si mesmo respeita a si mesmo e um homem que ama e respeita a si próprio respeita os outros também, porque ele sabe, ‘Assim como eu sou, os outros também são. Assim como gosto do amor, respeito, dignidade, os outros também gostam’. Ele se torna cônscio de que não somos diferentes, no que diz respeito ao essencial, nós somos um. Estamos debaixo da mesma lei: Es dhammo sanantano

O homem que ama a si mesmo desfruta tanto do amor, se torna tão contente, que o amor começa a transbordar, começa a alcançar os outros. Tem que alcançar! Se você vive o amor, você começa a compartilhá-lo. Você não pode continuar a amar a si mesmo para sempre porque uma coisa ficará absolutamente clara para você: que se amando uma pessoa, você mesmo, é um êxtase tão tremendo e tão belo, tanto mais êxtase está esperando por você se você começar a compartilhar seu amor com muitas pessoas!
Lentamente as ondulações começam a se expandir cada vez mais longe. Você ama outras pessoas; então você começa a amar os animais, os pássaros, as árvores, as pedras. Você pode preencher todo o universo com o seu amor. Um simples indivíduo é suficiente para encher todo o universo com amor, assim como um simples seixo pode encher todo o lago de ondulações – um pequeno seixo.

... Digo que esse é um dos mais profundos sutras de Buda, e só uma pessoa desperta pode lhe dar um tal insight.A pessoa que ama a si própria pode facilmente se tornar meditativa, porque meditação significa estar consigo mesmo.
Se você odeia a si mesmo – como você faz, como foi dito a você para fazer, e você tem seguido isso religiosamente – se você odeia a si próprio, como é que você pode ficar consigo mesmo? A meditação não é outra coisa senão desfrutar de sua bela solitude e celebrar a si próprio. Eis o que é toda a meditação.

A meditação não é um relacionamento. O outro não é absolutamente necessário; somos suficientes para nós mesmos. Somos banhados em nossa própria glória, banhados em nossa própria luz. Estamos simplesmente alegres porque estamos vivos, porque somos.
O maior milagre do mundo é que você é e que eu sou. Ser é o maior milagre e a meditação abre as portas desse grande milagre. Mas só o homem que ama a si próprio pode meditar; do contrário você está sempre fugindo de si mesmo, evitando a si mesmo. Quem quer olhar para um rosto feio e quem quer penetrar num ser feio?

Quem quer se aprofundar na própria lama, na própria escuridão? Quem vai querer entrar no inferno que pensam que estão? Você quer manter essa coisa toda coberta com lindas flores e você vai querer sempre fugir de si mesmo.
Desse modo as pessoas estão continuamente procurando companhia. Elas não podem ficar consigo mesmas; elas querem estar com os outros. As pessoas estão buscando qualquer tipo de companhia; se eles puderem evitar a companhia de si próprios qualquer coisa servirá

... O amor começa com você mesmo, assim ele pode se espalhar. Ele vai se espalhando a sua própria maneira; você não precisa fazer nada para espalhá-lo.
Ame a si mesmo... Diz Buda. E então imediatamente ele acrescenta:... e observe. Isso é Meditação, esse é o nome de Buda para a meditação. Mas a primeira condição é amar a si mesmo, e então observe.
... Sócrates diz: Conhece a ti mesmo, Buda diz: Ame a si mesmo. E Buda é muito mais verdadeiro porque a menos que você ame a si próprio você nunca conhecerá a si mesmo – conhecer só vem mais tarde, o amor prepara o terreno. Amar é a possibilidade de conhecer a si mesmo. O amor é a maneira certa de conhecer a si mesmo.

Ame a si mesmo e observe... hoje amanhã, sempre.
Crie energia ao redor de si mesmo. Ame seu corpo e ame sua mente. Ame todo seu mecanismo, todo seu organismo. Por amar significa: aceitar isso como isso é, não tente reprimir. Nós reprimimos somente quando odiamos alguma coisa, reprimimos somente quando somos contra alguma coisa. Não reprima porque se você reprimir como é que você vai observar?
...Se você não for um amante de si mesmo você não será capaz de olhar nos seus próprios olhos, na sua própria face, na sua própria realidade.
Observar é meditação, o nome de Buda para a meditação. Observe, diz Buda. Ele diz: Esteja cônscio, alerta, não fique inconsciente. Não se comporte como que dormindo. Não continue funcionando como uma máquina, como um robô. É assim que as pessoas estão vivendo.
Observe – apenas observe. Buda não diz o que deve ser observado – tudo! Caminhando, observe o seu caminhar. Comendo, observe o seu comer. Tomando banho, observe a água, a água fria caindo sobre você, o toque da água, a frieza, o arrepio que dá na sua espinha – observe tudo, “hoje, amanhã, sempre”.

... Quando você se torna mais alerta você começa a criar asas – então todo o céu lhe pertence. O homem é um encontro da terra com o céu, do corpo e da alma.

Osho, Extraído de: The Way of the Buddha: The Dhammapada

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

"OCULTISMO NÃO É PARA AMADORES."

"OCULTISMO NÃO É PARA AMADORES."

A SOCIEDADE MODERNA CONSOME E SE APODERA DE DIVERSOS SÍMBOLOS, CUJA ORIGEM DESCONHECEM E MUITO MENOS A SUA ENERGIA E A  FINALIDADE. OU O SÍMBOLO VAI "CONSUMIR" A SOCIEDADE OU A SOCIEDADE FICA À MERCÊ DESTES SÍMBOLOS.

"Deve-se escolher com que tipo de energia se quer trabalhar. Quem quiser se aprofundar no tema deve tomar sérias precauções antes de usar o conhecimento."




- A r q u é q u é t i p o s -

Todo símbolo é energia e informação. Todo símbolo por si mesmo produz um resultado em termos de neurotransmissores produzidos em quem usa ou quem o vê.

Esse é o fundamento de toda a publicidade. O uso de arquétipos para criar neuroassociações com um determinado produto ou idéia.

Todo símbolo manipula energia de um jeito ou de outro. E influencia imediatamente que o usa ou quem o vê. Nesse sentido todo símbolo é mágico, porque manipula a realidade para o bem ou para o mal.

O poder que existe num símbolo é imenso. Para o bem ou para o mal.

A suástica foi escolhida justamente pela sua capacidade de mobilizar tremendas quantidades de energia. Até hoje ela é mostrada distorcida para que não mobilize as massas como fez na Segunda Guerra Mundial. 

Todo arquétipo mexe com energias primordiais e telúricas.

É preciso saber muito bem o que se está fazendo com um símbolo. O resultado é inevitável.

Hoje em dia muitos jovens estão usando caveiras nas suas roupas. Caveira é um símbolo de morte e atrai morte. Um evento recente deveria servir de alerta.

Se as pessoas sabem o que o símbolo representa ou não, é irrelevante. Ele funcionará de qualquer forma.

Colocar uma águia num empreendimento comercial afastará os clientes. Anos atrás numa palestra uma pessoa comentou que uma empresa de recursos humanos em Santo André, tinha uma águia na fachada. Eles esperavam atrair muitas pessoas interessadas em empregos, mas praticamente ninguém entrava na empresa para fazer uma ficha. Eles perguntaram por que? Eu disse que só entravam pessoas de terno e gravata por causa da águia. É um símbolo para empresários. O povo não entrava de forma alguma na empresa e era justamente esse público que eles queriam. Eles não sabiam o efeito que a águia provocava e mesmo assim a estavam usando.

Vários alunos perderam o emprego depois que levaram uma águia para dentro da empresa e colocaram na mesa de trabalho. Professoras foram exoneradas no mesmo dia em que puseram a águia. 
Diretores só usam cavalos como símbolo, porque a águia só é usada pelo presidente. Vários casamentos terminaram depois que um pôster de águia foi colocado na sala de tv ou uma estátua de águia. Em uma semana o marido foi embora ou a empregada pediu demissão. Isso é um exemplo de que é preciso ter muito cuidado com um símbolo.  Em maio farei duas palestras sobre o tema em São Paulo.

Quem conhece o que é um “ponto riscado” sabe do poder tremendo que emana do símbolo. Isso não é brincadeira para crianças. 

Mexer com arquétipos é mexer com a energia mais poderosa que existe. Os Arquétipos foram as primeiras emanações do Todo. São o próprio Todo individualizado.

Já expliquei que não se mistura uma energia com outra. Isso depende de muitas variáveis. 

Deve-se escolher com que tipo de energia se quer trabalhar.  Ocultismo não é para amadores.

Quem quiser se aprofundar no tema deve tomar sérias precauções antes de usar o conhecimento.

PROF.HÉLIO COUTO
WWW.PROFHELIOCOUTO.COM.BR


______ <3 Eu sou Cristina Kristina Kina  <3 ____________

A SOCIEDADE MODERNA CONSOME E SE APODERA DE DIVERSOS SÍMBOLOS, CUJA ORIGEM DESCONHECEM E MUITO MENOS A SUA ENERGIA E A FINAL...IDADE. OU O SÍMBOLO VAI "CONSUMIR" A SOCIEDADE OU A SOCIEDADE FICA À MERCÊ DESTES SÍMBOLOS.

"Deve-se escolher com que tipo de energia se quer trabalhar. Quem quiser se aprofundar no tema deve tomar sérias precauções antes de usar o conhecimento."




- A r q u é q u é t i p o s -

Todo símbolo é energia e informação. Todo símbolo por si mesmo produz um resultado em termos de neurotransmissores produzidos em quem usa ou quem o vê.

Esse é o fundamento de toda a publicidade. O uso de arquétipos para criar neuroassociações com um determinado produto ou idéia.

Todo símbolo manipula energia de um jeito ou de outro. E influencia imediatamente que o usa ou quem o vê. Nesse sentido todo símbolo é mágico, porque manipula a realidade para o bem ou para o mal.

O poder que existe num símbolo é imenso. Para o bem ou para o mal.

A suástica foi escolhida justamente pela sua capacidade de mobilizar tremendas quantidades de energia. Até hoje ela é mostrada distorcida para que não mobilize as massas como fez na Segunda Guerra Mundial.

Todo arquétipo mexe com energias primordiais e telúricas.

É preciso saber muito bem o que se está fazendo com um símbolo. O resultado é inevitável.

Hoje em dia muitos jovens estão usando caveiras nas suas roupas. Caveira é um símbolo de morte e atrai morte. Um evento recente deveria servir de alerta.

Se as pessoas sabem o que o símbolo representa ou não, é irrelevante. Ele funcionará de qualquer forma.

Colocar uma águia num empreendimento comercial afastará os clientes. Anos atrás numa palestra uma pessoa comentou que uma empresa de recursos humanos em Santo André, tinha uma águia na fachada. Eles esperavam atrair muitas pessoas interessadas em empregos, mas praticamente ninguém entrava na empresa para fazer uma ficha. Eles perguntaram por que? Eu disse que só entravam pessoas de terno e gravata por causa da águia. É um símbolo para empresários. O povo não entrava de forma alguma na empresa e era justamente esse público que eles queriam. Eles não sabiam o efeito que a águia provocava e mesmo assim a estavam usando.

Vários alunos perderam o emprego depois que levaram uma águia para dentro da empresa e colocaram na mesa de trabalho. Professoras foram exoneradas no mesmo dia em que puseram a águia.
Diretores só usam cavalos como símbolo, porque a águia só é usada pelo presidente. Vários casamentos terminaram depois que um pôster de águia foi colocado na sala de tv ou uma estátua de águia. Em uma semana o marido foi embora ou a empregada pediu demissão. Isso é um exemplo de que é preciso ter muito cuidado com um símbolo. Em maio farei duas palestras sobre o tema em São Paulo.

Quem conhece o que é um “ponto riscado” sabe do poder tremendo que emana do símbolo. Isso não é brincadeira para crianças.

Mexer com arquétipos é mexer com a energia mais poderosa que existe. Os Arquétipos foram as primeiras emanações do Todo. São o próprio Todo individualizado.

Já expliquei que não se mistura uma energia com outra. Isso depende de muitas variáveis.

Deve-se escolher com que tipo de energia se quer trabalhar. Ocultismo não é para amadores.

Quem quiser se aprofundar no tema deve tomar sérias precauções antes de usar o conhecimento.

PROF.HÉLIO COUTO
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

POR QUÊ AS CHAMAS GÊMEAS PASSAM PELA SEPARAÇÃO FÍSICA?




Há muitas razões pelas quais as chamas gêmeas são submetidas a um tempo frequentemente temporário de separação física após o encontro inicial. Quando elas se encontram primeiro, as suas almas se iluminam nas chamas do Amor. Mas então vêm os problemas, os conflitos, os argumentos, os comportamentos apaixonados/desanimadores, a confusão, os sentimentos de “loucura”.. e a lista continua. Mas por que isto acontece? Por que quando há muito amor, há tantos conflitos?
Deixem-me explicar que esta é uma conexão da ALMA e as nossas almas são feitas de puro amor. Pensem nisto por um segundo, nossas almas SÃO amor, em sua forma mais pura. Nossas almas estão tão ansiosas para nos re-conectarem com as nossas chamas gêmeas no físico, que vocês o considerariam simples. Mas não, há muitas lições a aprender, muitos testes a assimilar antes que possamos nos unir plenamente com as nossas chamas gêmeas.
Primeiro há o ego e todos os preconceitos que temos sobre o modo que achamos que o amor “deveria ser”. Mas isto é o amor da alma e, portanto, não se encaixa nas criações terrenas dos relacionamentos românticos – que vai bem além disto, portanto, é impossível tentar limitar o amor, forçando-o a um cenário puramente romântico. Isto é colocar condições em nosso amor. A alma ama incondicionalmente e até que entremos mais em nossa consciência anímica, nossas almas continuarão repelindo, porque estamos colocando expectativas e condições sobre a conexão e isto não é o amor puro.
As chamas gêmeas são reflexo uma da outra, do Ser, assim elas nos mostram tudo sobre nós mesmos que não estamos amando, aceitando e o que precisa de cura. Quando estes bloqueios internos ainda permanecem, eles continuarão a ser refletidos entre as chamas gêmeas e ainda novamente isto os repelirá para seguirem seus caminhos separados novamente, até que se interiorizem e se curem interiormente, individualmente. Frequentemente as chamas gêmeas fogem porque há partes de si mesmos que eles não estão amando ou aceitando e eles não podem lidar ao verem estas coisas esclarecidas através da conexão. Elas não se sentem bem o suficiente e temem que se a chama gêmea se aproximar, a outra gêmea verá estas partes suas que está tentando negá-las e rejeitá-las. Esta rejeição, elas acreditam, as aniquilaria e “provaria” a elas as coisas que elas detestam sobre si mesmas a serem corrigidas. Elas fogem dos seus próprios medos sobre si mesmas.
Frequentemente isto é subconsciente, porém, e as chamas gêmeas apontam os seus dedos uma para a outra e culpam a outra pela ruptura de um relacionamento físico. Mas tudo isto foi pré-determinado pelas duas chamas gêmeas, juntamente com os seus guias espirituais e a sua Família de Alma, antes que elas encarnassem, para ajudá-las a aprender e a evoluir mais. A separação física força as chamas gêmeas a eventualmente se interiorizarem mais profundamente e despertarem mais para a sua consciência anímica e compreenderem que isto se refere à cura do Ser.
Às vezes leva tempo para as duas chamas gêmeas confiarem no amor. Isto surgiu de imediato e tão intensamente que frequentemente vai além da lógica em que nos foi ensinado a confiar, em vez da emoção e da intuição. Muitas chamas gêmeas sentem a transformação acontecendo com elas, enquanto elas despertam mais e mais para a sua consciência anímica, mas tentam combatê-lo, porque elas temem o desconhecido. Elas imaginam como elas poderiam sobreviver se subitamente se permitissem confiar na intuição, na alma e na espiritualidade. As pessoas não pensariam que elas estão loucas? Elas não perderiam os amigos e até a família? E se elas casassem, os seus maridos/esposas as considerariam loucas ou más? Elas se sentem muito sozinhas, muito confusas e acham que estão loucas. Assim elas fogem, para se salvarem do problema.
Mas quando elas fogem da conexão, da sua chama gêmea, delas mesmas, elas começam a se perder, fecham o seu coração, tornam-se entorpecidas, deprimidas, desorientadas. Mas, aparentemente, elas tentam fingir que tudo está bem, elas ficam desesperadas para tornar tudo bem e “normal” novamente, porque elas temem ser fracas ao acreditar nisto, especialmente quando acham que a chama gêmea a feriu tanto. Elas não podem ainda ver que é o seu próprio sofrimento interior, sua própria rejeição interior que provocou tanta dor. Mas o seu torpor interior se torna muito assustador, a sua depressão muito real. As pessoas podem ver que elas estão mudando, mas elas não podem lhes dizer por que – ninguém compreenderia.
Assim elas começam a se sentir mais e mais solitárias e elas são impulsionadas mais profundamente para si mesmas, para as suas emoções. Mas é onde a sua intuição está e onde a sabedoria interior da consciência anímica reside. Eventualmente, o medo de se perderem se tornará maior do que o medo de enfrentarem os seus problemas internos. Algumas vezes as chamas gêmeas precisam sentir os abismos mais profundos, antes que elas aceitem que há outro caminho para o amor, para a liberdade, para a felicidade. Mas o Caminho que leva a isto pode ser muito complicado e será por um motivo, para ajudá-las a confiar mais em si mesmas e se voltarem para o Amor Próprio para que seja novamente refletido entre as chamas gêmeas, assim a Reunião poderá ocorrer.


…..—ooo000ooo–……
Direitos Autorais 2009 por Karen Crystal.
http://lightworkers.org/wisdom/129699/why-twin-flames-go-through-physical-separation
Traduzido por: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
FONTE: http://www.luzdegaia.org/
http://carmenarabela.wordpress.com/por-que-as-chamas-gemeas-passam-pela-separacao-fisica/

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

COMETA ISON

Cometa brilhará mais do que a Lua no céu no final de 2013

Os cientistas acreditam que o melhor dia de todos para observar o cometa Ison será 28 de novembro.


Os astrônomos que observam o céu diariamente fizeram uma grande descoberta, que irá chamar a atenção de todas as pessoas no final desse ano de 2013 e no inicio do ano de 2014.
O cometa Ison, que está se aproximando da Terra, deve passar bem perto no final desse ano, por volta do mês de novembro, quando ele brilhará mais do que a Lua no céu. Segundo os astrônomos, a coisa vai ser tão forte que o cometa poderá ser avistado até mesmo em dias claros.
E a melhor parte é que as pessoas não vão ter que ficar esperando sua aparição em um dia especifico, ele deve ficar em nossa vista até janeiro de 2014, criando um espetáculo que terá alguns meses. Além disso, ele será visível praticamente em todos os cantos do planeta Terra. Os cientistas acreditam que o melhor dia de todos para observar o cometa Ison será 28 de novembro.
Agora é só esperar e se preparar para esse espetáculo nos céus. Imagina que legal que vai ser a virada do ano, com os fogos queimando e o cometa completando o espetáculo!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Reações Químicas

"O encontro de duas personalidades é como o contato de duas substâncias químicas; se houver alguma reação, ambas serão transformadas." (Carl Jung)


kundalini.jpgO amor romântico é algo que vem se reafirmando, evoluindo, fortalecendo e se transformando ao longo dos tempos. Quando ele atinge duas pessoas fazendo com que uma identifique e selecione a outra para ser amada, fortalece a individualidade de ambos, que deixam de se preocupar com a coletividade, formando um par, um casal, uma dupla mais fortalecida. Neste caso, pode-se afirmar com toda convicção que um mais um é sempre mais que dois. Por estes motivos o romantismo sempre foi admirado e ao mesmo tempo perseguido pelas culturas mais antigas. Era real o medo de se deixar envolver por outra pessoa, uma vez que todos tinham seus destinos traçados pelas autoridades que também temiam o amor, pois os amantes são pessoas destemidas pela força do amor. Subversivos da ordem pública e social vigente, deviam ser perseguidos e mortos exemplarmente.
Nos primórdios da humanidade, o amor romântico não era valorizado, pelo contrário, era visto como ameaça à vida tribal, pois o indivíduo não tinha importância diante das necessidades da tribo. Os antigos gregos ressaltavam as relações entre amantes do sexo masculino uma vez que as mulheres eram consideradas seres inferiores. Houve até mesmo um poeta grego chamado Pallatas que disse em versos que o casamento só trazia dois dias de alegria ao homem: o dia em que leva a esposa para a cama e o dia em que a enterra.
Durante o obscurantismo trazido pela Idade Média, havia uma preocupação excessiva por parte da Igreja em relação ao sexo, considerado como imoralidade, e o prazer, coisa do demônio. O casamento era um sacramento que diminuía a vergonha do sexo. Mas foi durante esse mesmo período que o amor romântico surgiu, como ato de revolta contra a repressão da Igreja, com trovadores e poetas cantando o amor entre homens e mulheres, não apenas entre marido e esposa.
Com o surgimento do capitalismo e o advento das conquistas sociais em conjunto com a independência econômica, homem e mulher passaram a ter uma relação de maior igualdade, podendo escolher com quem partilhar suas vidas visando a felicidade e a satisfação emocional. Cada pessoa é um universo em si mesma, possuidora de uma consciência única e multifacetada. É como se fosse um diamante que aos poucos vai sendo lapidado, trabalhando cada lado, cada faceta, de forma a alcançar um nível ótimo de perfeição em todas as suas milhares de faces.
A consciência em si não tem sexo, porém, ao se manifestar nesta dimensão mais densa, física em que estamos, ela obrigatoriamente se utiliza de um corpo denso que tanto pode ser masculino ou feminino. Os critérios de escolha, quando há possibilidade, vão de acordo com as necessidades cármicas e evolutivas de cada um. Não é possível que uma consciência evolua de uma condição de barbárie até atingir o estágio de consciência livre apresentando-se sempre, em sua seqüência de períodos intrafísicos (encarnações), na forma masculina ou na feminina. Por motivos óbvios, é necessário trabalhar todas as características intrínsecas masculinas e femininas, alternando vivências intrafísicas como homem e como mulher, pois existem determinadas qualidades da consciência que podem ser melhor buriladas em um corpo feminino e vice-versa.
Todas as formas energéticas existentes interatuam, trocando ou retendo substâncias necessárias. Por isto, nesta dimensão em que vivemos, há sempre uma troca de energias quando duas pessoas se encontram, e isso ocorre com maior intensidade quando elas possuem sexos opostos. O corpo humano possui mais de 8.000 chacras ou centros de energia espalhados por toda a sua superfície, e que compõem o nosso corpo energético ou holochacra, também conhecido como duplo etérico. Dentre esses milhares de centros ou vórtices de energias, podemos destacar sete principais: coronochacra, situado no topo da cabeça, como uma coroa; frontochacra, situado na testa, bem entre os olhos; laringochacra, na região da garganta, laringe, faringe; cardiochacra, na região do coração; umbilicochacra, na região do plexo solar; esplenicochacra, no abdômen, ligeiramente à esquerda, perto do rim; e sexochacra, situado entre as pernas, na região do períneo, voltado para baixo, entre o sacro e os órgãos sexuais.
Este último - também conhecido como chacra básico, raiz, radical, centro básico, muladhara - é o que mais nos interessa no momento. Tem o formato comparável a uma flor de quatro pétalas, constituindo a sede da kundalini, energias sexuais, fogo serpentino; no homem é o androchacra e na mulher, o ginochacra. O chacra básico se alimenta das energias terrestres, telúricas ou geoenergias que absorvemos através dos chacras plantares - situados na sola dos pés - quando caminhamos normalmente. Funciona como uma chave ativadora através da qual todos os demais chacras se tornam ativos e, por isso, tende a estabelecer um domínio próprio sobre eles nas pessoas mais jovens.
Quando pessoas de sexos opostos se encontram em situações quaisquer do dia-a-dia, na rua, em casa, no ambiente de trabalho, a primeira troca energética ainda que inconsciente se dá a nível sexochacral, podendo ocorrer uma repulsa mútua ou de apenas uma das partes envolvidas; pode ocorrer também uma mútua atração física, sexual, caso em que o homem e a mulher passam a vivenciar uma situação de troca energética. É o tesão!
É nesta fase que ocorrem os assovios e galanteios, aquele encontro de olhares. É o chamado olhar de desejo, intencional, por alguns segundos apenas em direção a um parceiro em potencial. Neste período, as pupilas se dilatam em sinal de interesse extremo, depois, aquele que está fixando a vista, baixa os olhos e afasta o olhar. A cantada, o contato inicial vulgar, a impressão de já conhecer a pessoa de algum lugar, muito provavelmente a sensação de dèjá vu ou pré-amor logo se segue; podem até ocorrer retrocognições mútuas, em que este pré-casal se reconhece de existências anteriores. É o amor à primeira vista.
O período de reconhecimento tem início quando os olhares se encontram e qualquer um dos amantes em potencial aceita o jogo com um sorriso ou alguma mudança corporal. E o quase casal começa a conversar. Passa-se à fase do convívio social e das sondagens de ambas as partes, onde podem ocorrer carícias preliminares, platonismos e suspiros. A conversa da sedução começa com frases sem importância, é caracterizada pela mudança da voz, que se torna mais alta, suave, musical. Esta fase é crítica e falar é perigoso por uma razão importante: a voz humana é como uma segunda assinatura. É através dela que nós exteriorizamos nossos pensamentos/sentimentos, que, de forma inevitável, vem impregnada das energias pessoais e isto revela as nossas intensões.
Quando o quase casal consegue vencer a barreira da distância física, dos limites sociais, passa para a fase seguinte: a do contato físico intencional. Um toca o outro no ombro ou no antebraço, no punho ou em qualquer outro lugar socialmente permitido. Geralmente a mulher toca primeiro, pondo a mão no corpo do pretendente de forma casualmente calculada. A pele humana é como um gramado onde cada folha é uma terminação nervosa tão sensível que o mais leve toque pode evocar no cérebro uma lembrança daquele momento, com todos os pensamentos/sentimentos e as energias que rolaram naquele mircrosegundo. O receptor recebe instantaneamente a mensagem, decodificando de imediato a sinalização energética e corporal. Se ele recuar, o processo está terminado, se retrair, ainda que dissimuladamente, a pessoa que tomou a iniciativa também decodifica as energias por ele emitidas no momento e pode jamais repetir o gesto.
Agora, se ele se inclinar na direção do outro, exteriorizando energias através de um sorriso ou retribuindo o gesto de forma deliberada com seu próprio toque, a barreira foi superada. Trata-se de situação limítrofe, pois também pode ser que o relacionamento inicial não ultrapasse as fronteiras sociais da amizade, com tesão deslocado de ambas as partes, carência sexual, paixões reprimidas, deixando o pré-casal dentro de um incompletismo afetivo, sexual e energético.
Cada pessoa tem um cheiro diferente. Todos nós temos um odor pessoal tão característico como nossa voz, nossas mãos, nossas energias, e que pode ser utilizado para seduzir. Uma experiência realizada, em 1986, por Winnifred Cugles, George Preti e sua equipe, no Monell Chemical Senses Centre, na Filadélfia, nos Estados Unidos, descobriu um estranho relacionamento entre as mulheres, os homens e o cheiro. Ficou provado que algumas mulheres que começaram o teste com ciclos menstruais irregulares foram se normalizando e que a essência do homem parece estimular a normalidade do ciclo.
As mulheres têm uma percepção maior para os cheiros do que os homens. Talvez durante a ovulação as mulheres fiquem mais suscetíveis ao cheiro masculino, sendo por ele atraídas para manter a regularidade do ciclo menstrual. Há ainda evidências de que os cheiros corporais femininos podem, mesmo à distância, afetar os homens. Existem relatos de que as mulheres que viviam em internatos e as mulheres que trabalham ou moram muito próximas têm ciclos menstruais sincronizados. São dados especulativos, mas em outros animais a sincronia do cio é provocada pelo odor.
A verdade é uma só: quando conhecemos alguém que nos atrai com suas energias, com certeza, gostamos de seu cheiro e isso nos predispõe ao romance. Uma vez despertada a paixão, o cheiro da pessoa amada se torna um poderoso afrodisíaco, um estímulo constante ao relacionamento amoroso e sexual. Quando o amor é consumado através do relacionamento sexual, íntimo, ocorre uma verdadeira explosão energética com 100% das energias yin/yang. É a amizade colorida ativa, a completude poro a poro, que vem com investimentos afetivos provenientes do amor romântico puro, através de entregas em travesseiros, com multiorgasmos conjuntos de conseqüências maduras.
É o casal romântico passando para uma nova dimensão de intimidade mental, energética, emocional e física, que se traduz através de um intenso acoplamento das auras de ambos os amantes. Este tipo fisiológico de acoplamento áurico se fortalece a cada ato sexual ocorrido, permanecendo por várias horas depois, mesmo que haja um distanciamento físico subseqüente do casal; e isto se dá pelo fato de ocorrer na dimensão energética, onde não há distância, pois se situa além da dimensão física.
A sensação mais comum decorrente deste acoplamento áurico é o fato de sentir a presença quase que física da pessoa amada ao nosso lado, o que traz um enorme prazer, pois é gostoso poder sentir as energias pessoais de quem se gosta mesmo estando à grande distância física. Isto conduz a um estado de primaveraenergética, em que os amantes passam por uma fase de felicidade profunda, de satisfação contínua, configurando-se como uma ininterrupta lua-de-mel. O casal apresenta-se sempre bem disposto, demonstrando seu alto grau de prazer através do riso espontâneo e aparentemente sem motivo, com os lábios completamente abertos, mostrando tanto os dentes superiores quanto os inferiores, que traduz não somente a conexão orgânica dos sexos, mas a fusão dos ponteiros das suas consciências, como os de um relógio ao marcar o meio-dia ensolarado da primavera.

Márvio Belliard e Silva é pesquisador independente do fenômeno da experiência fora do corpo e da evolução da consciência.

sábado, 5 de janeiro de 2013

A MIGRAÇÃO SE INICIA


Mensagem de Karen Bishop
4 de Janeiro de 2013
 

Se vocês não dormiram bem na noite de 2 de Janeiro, não estavam sozinhos. Nossa migração para o nosso novo espaço esteve ocorrendo de fato, e como com a ascensão, isto significa geralmente falta de sono, enquanto estamos na transição, ou enquanto as nossas camas estão sendo preparadas. Mas, primeiro, um pouco de revisão.

Não fui capaz de atualizar até agora, pois não estive me sentindo bem, mas espero me restabelecer! No dia 30 de Dezembro de 2012, Domingo, o véu foi rompido, mas nós ainda hesitamos. Além da ruptura do véu com o outro mundo, uma quantidade substancial de detritos foi deixada em seu rastro. ... Significando mais limpeza, purificação e o sentimento de estar preso, sem nenhum lugar para ir e assim por diante. Tivemos que fazer o nosso caminho através disto, e isto poderia literalmente nos deixar doentes.

Padrões de sono estiveram irregulares, pois este é um momento muito incomum. Podemos dormir como uma rocha por dez, ou até mesmo doze horas por noite, e então despertarmos à noite por algumas horas na noite seguinte ou duas. Esta é uma grande tarefa e podemos realmente senti-la. Na noite de 2 de Janeiro, fomos atingidos por uma intensa energia que nos impulsionou muito. Ainda que pudéssemos dar algumas “piscadelas”, os sonhos (se pudéssemos chamá-los assim) poderiam ser estranhos e inquietantes. Havia muita energia em movimento.

Na manhã de 3 de Janeiro, nós nos encontramos em um espaço muito novo. Sentimentos de felicidade sem razão aparente, mais autoconfiança, e uma sensação de que coisas boas poderiam estar sempre presentes. Este novo espaço esteve chegando em vislumbres nos últimos dias, e estarão se manifestando mais e mais, enquanto avançamos. Estamos finalmente em algum lugar. Estamos realmente em algum lugar, onde podemos colocar os nossos pés, um em frente ao outro e vermos um imenso horizonte diante de nós. Nas últimas semanas ou dias, estivemos realmente avançando e recuando a um determinado grau. Podemos achar que somos incrivelmente felizes por algum tempo e então, muito subitamente nos deprimirmos e nos tornarmos mal humorados. Esta é uma tarefa muito nova com a ascensão... Será interessante ver o que irá acontecer a seguir!
 
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Fonte: www.gamabooks.com
Karen Bishop, P.O. Box 15196, Rio Rancho, NM 87174, USA
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

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